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	<title>CAP4EVER &#187; Artigos e Reportagens</title>
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	<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 20:14:04 +0000</pubDate>
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		<title>Bastidores da entrevista com Petraglia - Jornal da Água Verde</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Água Verde]]></category>

		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Companheiros e companheiras,

Estas palavras não são para serem publicadas. Envio a vocês apenas para compartilhar uma experiência marcante nos bastidores da entrevista que fiz com o Mário Celso Petraglia, e que alguns jornais de bairros publicaram (a entrevista), e outros estão publicando nas próximas edições: um verdadeiro manifesto sobre os acontecimentos em torno da vinda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Companheiros e companheiras,</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-38987" title="mcpcopa1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mcpcopa1.jpg" alt="mcpcopa1" width="320" height="240" /></p>
<p>Estas palavras não são para serem publicadas. Envio a vocês apenas para compartilhar uma experiência marcante nos bastidores da entrevista que fiz com o Mário Celso Petraglia, e que alguns jornais de bairros publicaram (a entrevista), e outros estão publicando nas próximas edições: um verdadeiro manifesto sobre os acontecimentos em torno da vinda da Copa 2014 a Curitiba, especificamente para a Arena da Baixada.</p>
<p>Ao me dirigir ao escritório do dirigente e empresário de sucesso, não consegui formar uma opinião sobre o que encontraria, afinal, a imprensa tem publicado tantas coisas nos últimos anos, são tantos os jornalistas ressentidos, são tantos os meio de comunicação mercenários, que você fica em dúvida sobre o que acreditar. Assim como o nosso trabalho de mídia comunitária é criticado por muita gente, penso que qualquer pessoa que coloque mãos à obra, que faça algum trabalho, será sempre alvo de críticas, e de elogios. E o Petraglia não fugiria à regra.</p>
<p>Durante a entrevista encontrei um homem sério, que mede cada palavra, porque sabe o valor que elas tem, não em termos pecuniários, mas de objetiva e subjetividade na comunicação. Após a excelente entrevista, conversamos sobre a importância dos jornais de bairros em Curitiba e no país. E fiquei surpreso com o conhecimento que ele tem sobre este tema; ele falou sobre os jornais de bairros com maior tiragem do Rio e São Paulo, disse que no futuro sobreviverão apenas os jornais de bairros e os jornais via internet. Entre um e outro café ele me deu sábias sugestões para melhorar o jornal Água Verde.</p>
<p>No final (serei breve para não cansar, embora pudesse escrever muitas páginas), sai com a impressão de ter feito a melhor entrevista dos últimos anos. Os poucos minutos que conversei com o Mário Celso Petraglia me levaram depois a questionar o meu trabalho, onde falhei, onde acertei, onde poderia melhorar, o que poderia fazer para antecipar o futuro em minha área de atuação. Fiquei com esses pensamentos durante alguns dias, e cheguei à conclusão de que esta reação é fruto do contato com um grande homem, um homem sábio, extremamente inteligente e empreendedor. Ao terminar estas palavras posso até vislumbrar alguns sorriso de escárnio, tipo &#8220;olha o puxa-saco&#8221;, mas é assim quando ousamos fazer alguma coisa, quando ousamos escrever ou publicar idéias: seremos sempre alvos de críticas, e de elogios.</p>
<p>Um conselho de amigo: quando vocês forem entrevistar o Mário Celso Petraglia preparem-se para ter esta experiência. Um simples contato de alguns minutos muda nossa estratégia de trabalho, e nosso trabalho muda a estratégia dos nossos leitores, e essa rede continuará indefinidamente,não sei até quando.</p>
<p>A propósito, após a publicação recebi dezenas de ligações de pessoas elogiando a entrevista, e está ficando até chato porque em todos os lugares que vou (ontem, enquanto comia uma feijoada no Deck Bar com o Adilsom) uma pessoa veio elogiar a entrevista e dizer que o Atlético precisa do Petraglia. Ouço isso em toda parte.</p>
<p>Depois de ler a entrevista do Petraglia na íntegra (tenho certeza que alguns não leram até o final) o diretor do Jornal das Praias, o surfista Pedro Weiser escreveu no editorial desta edição: &#8220;No lugar de discutir pequenos problemas de quintais, devemos fazer como o empresário Mário Celso Petraglia, pensar grande, projetar o futuro. Vamos discutir a construção de um trem bala ligando o nosso litoral à Curitiba e região metropolitana. Vamos discutir a construção de mais estações de tratamento de esgoto, para combater a poluição de nossas praias e rios&#8221;. Entenderam a mensagem? Já imaginaram um jornal de litoral (a grande maioria, porcarias) com esse nível de raciocínio? Isso foi feito após a leitura da entrevista com o Petraglia, me disse o diretor do Jornal das Praias.</p>
<p>É por aí. A construção de um mundo melhor se faz com coisas que raramente aparece na mídia.</p>
<p>Abraço a todos,</p>
<p>Gil</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cap4ever.com.br/petraglia-fala-sobre-a-copa-2014-na-arena-da-baixada/">http://www.cap4ever.com.br/petraglia-fala-sobre-a-copa-2014-na-arena-da-baixada/</a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Torcidas: Paulistas ampliam domínio no Paraná</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/torcidas-paulistas-ampliam-dominio-no-parana/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 17:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[torcidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Corinthians lidera, Palmeiras é o segundo e São Paulo é o quarto. Atlético-PR segue na frente do Coritiba
O Corinthians era o time mais popular do Paraná em 2004 e manteve a posição na 4ª Pesquisa LANCE!-Ibope. Os corintianos têm 17,8% de popularidade no estado vizinho a São Paulo.
O Paraná, aliás, dos estados com futebol forte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>Corinthians lidera, Palmeiras é o segundo e São Paulo é o quarto. Atlético-PR segue na frente do Coritiba</em></p>
<div id="attachment_38665" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/torcida2.jpg"><img class="size-full wp-image-38665" title="torcida2" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/torcida2.jpg" alt="foto: Guilherme Alves" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">foto: Guilherme Alves</p></div>
<p>O Corinthians era o time mais popular do Paraná em 2004 e manteve a posição na 4ª Pesquisa LANCE!-Ibope. Os corintianos têm 17,8% de popularidade no estado vizinho a São Paulo.</p>
<p>O Paraná, aliás, dos estados com futebol forte, é o que tem maior influência de forasteiros. Depois do Corinthians, o mais popular é o Palmeiras. O Alviverde subiu uma posição em relação a 2004, passando o Atlético-PR e chegou à marca de 13,3%. Curiosamente, o Palmeiras é mais popular no Paraná do que em São Paulo (11,8%), em termos relativos.</p>
<p>O Atlético-PR é o terceiro, com 10%, e o rival Coritiba, apenas o quinto, com 6,0%. Entre os dois está o São Paulo (9,5%), outro que cresceu muito em relação a 2004.</p>
<p>Uma das razões para esse fenômeno é que, nos últimos anos, o Atlético-PR e o Coritiba têm enfrentando dificuldades até para ficar na primeira divisão. O Coritiba foi rebaixado em 2005 e depois de novo em 2009.</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/5170769.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-38666" title="5170769" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/5170769.jpg" alt="5170769" width="450" height="422" /></a></p>
<p><strong>RAIO-X DAS FORÇAS LOCAIS</strong></p>
<p>A torcida do Atlético tem a ver com a mudança da gestão do clube e a reconstrução da Arena da Baixada em 1999, o primeiro estádio brasileiro com estilo europeu.</p>
<p>É uma torcida jovem, bem instruída, rica, e concentrada no estado. Até os 15 anos, 1,4% dos brasileiros torcem pelo Atlético, equivalente às torcidas de Botafogo e Fluminense juntas. Dos 16 aos 24, 1%, Acima de 50, apenas 0,1%. A torcida é escolarizada (1,2% com nível superior) e rica (1,7% acima de 10 salários-mínimos).</p>
<p>Os rubro-negros estão basicamente em Curitiba e em sua periferia, pois a presença em cidades do interior é de 0,1%, contra 1,4% nas capitais. Em termos geográficos, fora o Paraná, o Atlético só é citado em São Paulo, e com 0,1% da torcida.</p>
<p>O Coritiba tem uma torcida parecida com a do rival em termos de idade e classe social. Tem 1,7% entre os que ganham acima de R$ 5.100,00 e o forte da torcida está entre os jovens (1% entre 10 e 15 anos). Mas em termos geográficos, o Coxa supera o rival, com torcedores em Minas (0,3%), Ceará (0,3%), Bahia (0,2%) e Rio Grande do Sul (0,5%).</p>
<p>A 4ª Pesquisa LANCE!-Ibope de torcidas ouviu 7.109 pessoas em todo o Brasil, a partir de 10 anos de idade, em 141 municípios de todos os tipos e tamanhos. A margem de erro é de 1,2 ponto percentual, para mais ou para menos. Isso significa que resultados separados por pelo menos 2,4 pontos estão em situação de empate técnico.</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/capxcoritiba.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-38667" title="capxcoritiba" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/08/capxcoritiba.jpg" alt="capxcoritiba" width="513" height="269" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Craques do futebol vão virar investimento</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/craques-do-futebol-vao-virar-investimento/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 19:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, ninguém ganhou tanto dinheiro com a compra e venda de direitos econômicos de jogadores de futebol quanto Delcir Sonda, dono da rede de supermercados Sonda. O empresário comprou 45% dos direitos econômicos do meia santista Paulo Henrique Ganso por 2,2 milhões de euros e agora analisa uma proposta de 20 milhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Nos últimos anos, ninguém ganhou tanto dinheiro com a compra e venda de direitos econômicos de jogadores de futebol quanto Delcir Sonda, dono da rede de supermercados Sonda. O empresário comprou 45% dos direitos econômicos do meia santista Paulo Henrique Ganso por 2,2 milhões de euros e agora analisa uma proposta de 20 milhões de euros para que o atleta se transfira ao Lyon, da França. Sonda também é dono de 40% dos direitos do atacante Neymar, pelos quais pagou 3 milhões de euros. Especula-se que o jogador pode se transferir para o West Ham ou o Chelsea por um valor próximo à multa de 35 milhões de euros prevista em seu contrato com o Santos. Antes disso, o empresário já havia ganhado uma bolada com a transferência do zagueiro Breno para o Bayern de Munique, do atacante Nilmar para o espanhol Villarreal e do santista André para o Dínamo de Kiev. Também pertencem a Sonda percentuais dos direitos dos corintianos Dentinho e Bruno César e dos colorados D&#8217;Alessandro e Taison, entre outros.</p>
<p>Ao ganhar tanto dinheiro em tão pouco tempo, Sonda obteve uma rentabilidade maior que a de outras aplicações tradicionais e lucrativas como ações e imóveis. Também chamou a atenção de todo o mercado para o potencial de ganhos com investimentos em futebol. Afinal, o empresário sempre foi um apaixonado pelo esporte bretão, mas, até há poucos anos, conhecia mesmo era do setor de varejo. Inspirados no sucesso de Sonda, já estão em gestação no Brasil ao menos três fundos de investimento que planejam lucrar com as transações de jogadores: um ligado ao Corinthians, outro ao Santos e um terceiro do banco BMG. Os fundos se diferenciam do investimento de Sonda em dois aspectos: 1) planejam ser abertos para a captação de dinheiro junto a um número maior de investidores; e 2) dois desses fundos serão ligados diretamente a um único clube de futebol.</p>
<p>Entre os times, o veículo de investimento mais maduro é o do Santos, que planeja captar 20 milhões de reais nas próximas semanas. O dinheiro servirá tanto para manter no clube alguns dos craques que já fazem parte do elenco quanto para trazer outros jogadores. A criação da Terceira Estrela Investimentos S.A. foi aprovada no mês passado pelo conselho do clube. Inicialmente a empresa será uma sociedade fechada. Dentro os investidores convidados a participar, estão Walter Schalka (Votorantim Cimentos), Álvaro Simões (Inpar), Álvaro de Souza (ex-presidente do Citibank), José Berenguer Neto (<a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/santander1.shtml">Santander</a>) e Eduardo Vassimon (Itaú BBA) - todos torcedores do clube com ideias alinhadas às do atual presidente, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.</p>
<p>Os planos futuros, no entanto, são bem mais ambiciosos. A Terceira Estrela planeja se transformar em um fundo registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que permitirá que qualquer investidor qualificado (com mais de 300.000 reais em aplicações financeiras) possa participar. Num terceiro momento, o grupo planeja ir ainda mais longe e convidar Pelé para vender quotas do fundo a investidores estrangeiros. Obviamente, a viabilidade dos planos vai depender da rentabilidade alcançada pelo fundo no médio prazo. Todos os quotistas que entrarem no fundo querem ajudar o Santos, mas ninguém continuará a colocar dinheiro numa aplicação que perde de goleada para todas as outras.</p>
<p>Outro clube que poderá contar dentro de alguns meses com o suporte financeiro de um fundo é o Corinthians. A iniciativa é capitaneada por Manoel Felix Cintra Neto, diretor-presidente do banco Indusval Multistock, ex-presidente da BM&amp;F e vice-presidente do Corinthians. Com o aval de Andrés Sanchez, presidente do clube, Cintra Neto quer escalar outros corintianos ilustres - entre eles, o publicitário Washington Olivetto - para a criação de um fundo para a compra de jogadores que atuariam pelo time. O banqueiro planeja registrar o fundo na CVM, mas, dentro da estrutura planejada, poderão participar apenas investidores superqualificados (que possam colocar ao menos 1 milhão de reais na empreitada).</p>
<p>A captação do dinheiro não é a única preocupação de Cintra Neto. O Corinthians vive um momento em que todos os holofotes estão voltados para a construção de um estádio próprio. A possibilidade de abrigar os jogos da Copa de 2014 realizados em São Paulo, a estreita relação entre o clube e a CBF, a liberação de verbas do BNDES, o interesse de empresas em patrocinar o projeto e o desejo da Prefeitura de que a cidade ganhe uma nova arena criaram todas as condições para que o clube consiga realizar esse desejo antigo. Para colocar o fundo de pé, portanto, Cintra Neto terá primeiro de conseguir incluí-lo na agenda do clube - o que exigirá a habilidade de um craque.</p>
<p><strong>Fundos em atividade</strong></p>
<p>Único que já tem registro na CVM, o fundo Soccer BR1 não é ligado diretamente a nenhum clube. Com um patrimônio de 30 milhões de reais, o fundo não é obrigado a informar à CVM quem são seus quotistas, mas o mundo da bola sabe que nesse primeiro momento o único investidor é o BMG. O banco mineiro é presidido por Ricardo Guimarães, um ex-presidente do Atlético-MG apaixonado por futebol. O BMG tem longa tradição em patrocínios a times mineiros, e agora também emprestou diversos atletas a Cruzeiro, América e Atlético-MG. Em São Paulo, adquiriu os direitos econômicos d o zagueiro Leandro Castan e do lateral Moacir e os emprestou ao Corinthians.</p>
<p>Quem acompanha os negócios do futebol diz que, em matéria de escolha de jogadores, o fundo ainda está na zona de rebaixamento. Nenhum jogador comprado se destacou até o momento. O Soccer BR1 chegou a sondar empresários do futebol aptos a prestar consultoria e ajudar a decidir em que jogadores investir no futuro. Comenta-se no mercado que a assessoria ao fundo estaria sendo prestada informalmente por Wanderley Luxemburgo, técnico do Atlético-MG. Quando começar a faturar com a venda do jogadores, o Soccer BR1 deve ir a mercado para buscar mais capital junto a novos quotistas.</p>
<p>Outro veículo de investimento em atividade foi montado pela Traffic. A empresa de negócios esportivos montou a Cedro Participações para a compra e venda de jogadores. A maior parte dos 40 milhões de reais foram captados junto ao próprio J.Hawilla, dono da Traffic. O restante foi colocado por cerca de 20 amigos e parceiros de J.Hawilla. Cada um deles comprou ao menos uma quota de 200.000 reais. Como não houve registro na CVM nem oferta pública, somente os investidores a quem foi oferecido o negócio tiveram a oportunidade de participar. &#8220;Não acreditamos no modelo de poupança popular&#8221;, diz Fernando Gonçalves, diretor da Cedro.</p>
<p>O dinheiro captado foi rapidamente utilizado para a compra de direitos de jogadores. A cada semestre, o lucro obtido com a revenda desses direitos é retornado aos sócios. Ao final de três anos, todo o dinheiro captado terá sido devolvido. &#8220;Devemos entregar uma rentabilidade de 25% a 30% ao ano para quem investiu na Cedro&#8221;, diz Gonçalves. Entre os grandes negócios fechados, está a transferência de Henrique do Palmeiras para o Barcelona em 2008. O zagueiro custou 6 milhões de reais à Traffic e, cinco meses depois, foi vendido por 10 milhões de euros.</p>
<p>Apesar do excelente retorno econômico, a Traffic rejeita a possibilidade de lançar um novo veículo de investimento quando o atual vencer. Gonçalves acredita que não há no Brasil jogadores suficientes para tantos investidores. A concorrência no mercado aumentou bastante após a entrada de Sonda, do BMG e de outros empresários nesse filão de mercado &#8220;Hoje é difícil alocar 100 milhões de reais em direitos de jovens jogadores.&#8221; Por esse motivo, ele explica que novos aportes serão feitos exclusivamente pela Traffic, sem a participação de outros sócios. Para o advogado Ivandro Sanchez, sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice responsável por contratos de futebol, não será pela falta de bons jogadores que esses fundos deixarão de ganhar dinheiro. &#8220;É possível buscar craques em times de outros países da América do Sul. É natural que o Brasil se torne uma escala antes que esses jogadores se transfiram para a Europa&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Problemas</strong></p>
<p>Apesar dos casos de sucesso sempre chamarem mais a atenção do mercado, a vida de quem investe em jogadores de futebol é, na verdade, repleta de vitórias e derrotas. A própria Traffic diz que um dos cerca de 30 jogadores contratados com o dinheiro da Cedro Participações teve seu contrato vencido antes que seus direitos econômicos fossem comercializados. Dessa forma, o investimento da Cedro no jogador virou pó. E existem muitos outros riscos. O jogador pode se machucar e nunca mais voltar a jogar. Os clubes europeus podem passar por um momento de dificuldade e aceitarem pagar muito menos pela transferência de um craque. O preço dos jogadores pode subir muito com a maior concorrência entre fundos no Brasil, reduzindo as margens de lucro do negócio. Esses são alguns dos motivos que levaram a área técnica da CVM a não permitir que o investidor de varejo possa participar desses fundos. &#8220;Os riscos inerentes ao futebol são percebidos pelo investidor qualificado, mas não por qualquer torcedor&#8221;, diz Claudio Gonçalves Maes, gerente de acompanhamento de fundos da CVM. &#8220;Futebol é paixão. E para investir bem é necessário separar a paixão da razão.&#8221;</p>
<p>Outro problema é que há conflitos de interesse entre o clube e o fundo. No caso do Santos e do Corinthians, o veículo de investimento será montado com objetivo de reforçar o elenco. &#8220;Por um lado, o time será ajudado ao receber uma injeção de capital por meio de um veículo transparente registrado na CVM&#8221;, diz Marina Procknor, que trabalha na formatação de fundos de investimento no Mattos Filho Advogados. &#8220;O outro lado da moeda é que esse mesmo fundo poderá ficar inclinado a vender os direitos de um craque meses depois, o que irá contra o interesse do técnico e do próprio clube.&#8221;</p>
<p>A maior parte das transferências acaba acontecendo mesmo quando há pressões contrárias. Mas, em muitos casos, a diretoria do clube chega a usar a mídia para jogar os torcedores contra quem trabalha a favor de uma transferência de jogador. O empresário Wagner Ribeiro, que já foi agente de Kaká e Robinho e hoje trabalha para Neymar, conta que já chegou a receber ameaças de agressão física ao trabalhar a favor da transferência de craques de clubes brasileiros para a Europa.</p>
<p>Outro problema que precisará ser driblado pelos fundos será a concorrência com os empresários que já aprenderam a ganhar dinheiro com jogadores de futebol. A Traffic, por exemplo, tem contatos nos clubes nacionais que facilitam a inserção de algum craque no plantel e também bons relacionamentos com clubes internacionais que lhe permitem obter a melhor proposta financeira para concretizar uma transferência. A empresa também conta com uma área de inteligência de pesquisa e uma rede de &#8220;olheiros&#8221; para identificar os craques de 14 a 18 anos que vão se destacar nos clubes dentro de algum tempo. Dificilmente um fundo recém-constituído nascerá com a infraestrutura necessária para ser competitivo no negócio.</p>
<p><strong>Avanços</strong></p>
<p>Já para os clubes, a possibilidade de contar com o suporte financeiro de um fundo é vista com muito otimismo. Por serem veículos públicos de investimento, os fundos vão ter que contratar advogados e passar por auditorias, além de dar maior transparência às negociações de jogadores. Por tabela, os clubes também terão de melhorar a governança e profissionalizar a gestão. Em contrapartida, terão mais dinheiro para manter bons jogadores no Brasil e só liberar craques em caso de propostas irrecusáveis.</p>
<p>A criação de fundos ligados a clubes segue a experiência bem-sucedida do Benfica. Desde que abriu o capital e lançou ações na bolsa de Lisboa em 2007, o principal clube português conquistou títulos nacionais e pôde contar com o talento de vários craques em campo. Somente entre jogadores que participaram da Copa, o time pôde escalar o volante brasileiro Ramires, o meia argentino Di Maria (vendido ao Real Madrid há duas semanas), o lateral português Coentrão e o atacante paraguaio Cardozo. O fundo do Benfica responsável pelas transações de jogadores têm sido competente em identificar e comprar grandes talentos do futebol sul-americano a preços baixos e depois lucrar com a revenda para times europeus mais ricos. Quem comprou as ações do Benfica há três anos, no entanto, não tem tantos motivos para comemorar como o torcedor. Os papéis foram vendidos a 5 euros na oferta inicial, mas hoje são negociados a 2,30 euros. A desvalorização reflete principalmente a crise na Europa, que abateu as empresas listadas em bolsa de forma generalizada. Mas as perdas também mostram que ganhar dinheiro com futebol pode ser mais difícil do que se imagina.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A verdade sobre a Libertadores 05 - Vergonha internacional</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

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		<category><![CDATA[libertadores 2005]]></category>

		<category><![CDATA[SAO PAULO]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes capítulos dos 86 anos do Atlético Paranaense está completando cinco anos. No dia 6 de julho de 2005, o Furacão disputava pela primeira vez uma decisão da Taça Libertadores da América. Uma data que poderia ser lembrada apenas com alegria pela torcida rubro-negra, se não fosse também o marco de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div class="mceTemp">Um dos mais importantes capítulos dos 86 anos do Atlético Paranaense está completando cinco anos. No dia 6 de julho de 2005, o Furacão disputava pela primeira vez uma decisão da Taça Libertadores da América. Uma data que poderia ser lembrada apenas com alegria pela torcida rubro-negra, se não fosse também o marco de uma das maiores injustiças da história do futebol sul-americano.</div>
<p>Em uma campanha épica, o CAP superou a incredulidade geral e garantiu uma vaga na decisão. O adversário seria o São Paulo Futebol Clube, num confronto histórico para o futebol brasileiro. Nunca duas equipes do mesmo país haviam chegado à disputa final pelo maior título do continente. Mas, num golpe baixo, o adversário manchou de forma vil e para sempre esse momento marcante do esporte nacional.</p>
<p>Vítima de uma manobra de bastidores, o CAP foi afastado de sua torcida e impedido de jogar em sua cidade e seu estádio. A Arena da Baixada, o estádio mais moderno e seguro da América do Sul, foi vetada para a decisão. E o Furacão, obrigado a atuar como mandante no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Uma trama que comprometeu ética e esportivamente a disputa, tornando-a injusta e desigual.</p>
<p>Cinco anos após o vergonhoso episódio, o CAP4ever traz a público as provas da conspiração. São documentos e fatos que comprovam que a Arena estava adequada ao regulamento da Libertadores. E que deixam claro como a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) agiu deliberadamente para beneficiar o São Paulo.<br />
<strong><br />
Trajetória<br />
</strong></p>
<div id="attachment_36016" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36016" title="aloisio" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/aloisio.jpg" alt="O atacante Aloísio foi um dos destaques do CAP na Libertadores 2005." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">O atacante Aloísio foi um dos destaques do CAP na Libertadores 2005.</p></div>
<p>O torcedor atleticano jamais irá esquecer. Vice-campeão brasileiro em 2004, o CAP reformulou seu elenco para a disputa do torneiro continental. E, deixando para trás a desconfiança da imprensa e da própria torcida, protagonizou uma campanha  memorável, levando o futebol paranaense a um patamar jamais alcançado.</p>
<p>A primeira fase foi superada com muito sofrimento, em um grupo que tinha também Libertad (PAR), América de Cali (COL) e Independiente Medellín (COL). Mas a partir das oitavas-de-final, o Furacão engrenou. Passou pelo Cerro Porteño (PAR). Eliminou o Santos, de Robinho, então campeão brasileiro. E garantiu a vaga na decisão em um emocionante duelo contra o Chivas Guadalajara, do México.</p>
<p>O goleiro Diego, o lateral Marcão, os meias Fernandinho e Fabrício e os atacantes Lima e Aloísio foram algumas das principais e decisivas peças do time atleticano, comandado pelo consagrado técnico Antônio Lopes.<br />
<strong><br />
Desespero<br />
</strong><br />
Assim que o CAP venceu o primeiro duelo das semifinais, com o Chivas provando toda a força do Caldeirão numa goleada por 3 a 0, um problema começou a tirar o sono dos  rubro-negros. O  Regulamento da Taça Libertadores exigia um estádio com capacidade para 40 mil pessoas para os jogos da decisão e todos sabiam que a Arena não comportava este número se algo não fosse feito.</p>
<p>Mas ainda era cedo para tomar qualquer atitude. Afinal, faltava a partida de volta, no histórico estádio Jalisco, em Guadalajara, e qualquer movimentação no sentido de preparar a Arena para a grande final poderia ser encarada como menosprezo à equipe mexicana e surtir efeito negativo em momento tão importante para o CAP.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36019" title="oficiocoxa2" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oficiocoxa2.jpg" alt="oficiocoxa2" width="324" height="240" />O rival local, porém, já mostrava todo seu desespero diante da possibilidade do Furacão se tornar campeão da América. No dia 30 de junho, momentos antes de o CAP entrar em campo no México, o Coritiba Foot Ball Club enviou ofício à Federação Paranaense de Futebol (FPF), negando a cessão do estádio Couto Pereira.</p>
<p>O CAP jamais solicitou o empréstimo do campo rival. Apenas especulações da imprensa aventavam a possibilidade de a final ser disputada no Couto Pereira. O Coritiba, porém, se antecipou a qualquer pedido, alegando que o estádio, que já recebeu públicos superiores a 60 mil pessoas, não tinha então a capacidade de 40 mil torcedores, exigida pela Conmebol.</p>
<p><em>Clique </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocoxa.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a><em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocoxa.pdf" target="_blank"> </a>para baixar o ofício enviado pelo Coritiba à FPF (em pdf)</em></p>
<p><strong>Coerência?<br />
</strong><br />
Assim que o CAP garantiu a vaga na decisão, a diretoria rubro-negra iniciou uma batalha para garantir que a partida mais importante da história do clube fosse disputada na Baixada. Já no dia 1.º de julho, o CAP enviou ofício à Conmebol indicando a Arena como local da primeira partida da final, marcada para o dia 6 subsequente.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36022" title="oficiocap" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oficiocap.jpg" alt="oficiocap" width="320" height="240" /><em>Clique para baixar o ofício enviado pelo CAP à Conmebol. </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocap.pdf" target="_blank"><strong>PARTE 1</strong></a> - <a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocap2.pdf" target="_blank"><strong>PARTE 2</strong></a> - <a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocap3.pdf" target="_blank"><strong>PARTE 3</strong></a></p>
<p>A expectativa era de uma postura compreensiva e coerente por parte da entidade. Afinal, o próprio presidente da Conmebol, Nicolás Leoz, havia apontado o estádio rubro-negro como o mais moderno e seguro do continente, quando visitou pessoalmente Curitiba, inclusive sendo agraciado com o título de cidadão honorário.</p>
<p>Diversas finais de Libertadores já foram disputadas em estádios com capacidade inferior à da Arena. Só para citar dois exemplos nacionais, o Palestra Itália, em São Paulo, e São Januário, no Rio de Janeiro, que jamais comportaram com segurança 40 mil pessoas, principalmente levando em conta os padrões utilizados para determinar a capacidade da Arena, então avaliada em 25.412 expectadores.</p>
<p>Diante da resposta negativa da Conmebol, só restava uma alternativa: adequar a Arena ao regulamento, elevando a capacidade do estádio para 40 mil pessoas, em apenas quatro dias. Impossível? Não para o Atlético Paranaense e sua torcida.<br />
<strong><br />
Atitude</strong></p>
<div id="attachment_36024" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36024" title="sem-titulo-1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-1.jpg" alt="Funcionários começam a preparar o terreno para a construção da arquibancada metálica." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Funcionários começam a preparar o terreno para a construção da arquibancada metálica.</p></div>
<p>Ainda em 1.º de julho, o CAP finalmente chegou a um acordo com o Colégio Expoente, então locatário do terreno ao lado do estádio, e contratou uma empresa para construir no local uma arquibancada metálica para 16 mil pessoas, ampliando a capacidade da Arena para 41 mil torcedores.</p>
<p>A empresa escolhida para a obra foi a Orpec Engenharia, uma das mais conceituadas do Brasil. Tendo inclusive construído parte das arquibancadas para o jogo entre a seleção brasileira e o Uruguai, no estádio Pinheirão, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006.</p>
<p>Estrutura semelhante às usadas em jogos de vôlei de praia, corridas de Fórmula 1 e até mesmo jogos de futebol, como ocorreu no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, na mesma edição da Libertadores.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36026" title="oficiocbf" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oficiocbf.jpg" alt="oficiocbf" width="320" height="240" />A contratação da empresa e o acordo com o Expoente, porém, só foram fechados após o CAP receber da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a garantia de que o estádio seria confirmado, caso os laudos que atestassem a segurança das novas arquibancadas fossem entregues até o dia 5 de julho. É o que mostra ofício assinado pelo diretor técnico da CBF, Virgílio Elísio da Costa Neto, e enviado ao CAP, no mesmo dia 1.º de julho.</p>
<p><em>Clique</em> <a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiocbf.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> <em>para baixar o ofício enviado pela CBF ao CAP .</em><br />
<strong>.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Mobilização<br />
</strong></p>
<div id="attachment_36027" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36027" title="sem-titulo-15" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-15.jpg" alt="Atleticanos montam barracas em torno da Arena, para aguarar na fila por ingressos." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Atleticanos montam barracas em torno da Arena, para aguarar na fila por ingressos.</p></div>
<p>Desde o momento em que o Furacão garantiu a vaga, a torcida rubro-negra começou a formar uma imensa fila ao redor da Arena, em busca dos ingressos para a decisão. E foi nas ruas que circundam a Baixada que muitos viveram alguns dos momentos mais intensos e emocionantes da história atleticana.</p>
<p>Logo na manhã do dia 2 de julho, o muro caiu. Não havia mais divisão entre a Baixada e o terreno necessário para a conclusão do estádio. E logo começaram a chegar os caminhões com o material para a construção da estrutura metálica. Não foram poucos os atleticanos que ajudaram a carregar nos ombros os andaimes, fundações e tábuas que formariam as novas arquibancadas.</p>
<p>.</p>
<div id="attachment_36031" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36031" title="sem-titulo-6" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-6.jpg" alt="Máquina derruba o muro que separava a Arena do antigo Colégio Expoente." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Máquina derruba o muro que separava a Arena do antigo Colégio Expoente.</p></div>
<p>O São Paulo usava toda sua força nos bastidores, para impedir a realização da partida Arena. Afinal, o clube paulista é um notório freguês do Atlético Paranaense na Arena da Baixada, estádio em que jamais conseguiu uma vitória. E o poder político do tricolor junto à Conmebol não é nada desprezível. O próprio presidente Leoz já se declarou, em mais de uma oportunidade, que quando estudou em São Paulo na sua juventude se tornou ferrenho e fanático torcedor do time do Morumbi! </p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/sou-sao-paulino-admite-presidente-da-conmebol/" target="_blank"><strong>&#8220;Sou são-paulino&#8221;, admite presidente da Conmebol</strong></a></p>
<p><strong>Decepção<br />
</strong><br />
O impasse, a tensão e a expectativa duraram dois dias. Boa parte da imprensa nacional foi solidária à luta atleticana. Tostão, consagrado craque da bola e das letras, apontou em sua coluna a injustiça que seria afastar o CAP de sua torcida. Até mesmo Milton Neves, notório desafeto da torcida rubro-negra, considerou &#8220;uma sacanagem&#8221; a tentativa de impedir o jogo na Baixada.</p>
<div id="attachment_36033" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36033" title="sem-titulo-11" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-11.jpg" alt="Máquinas trabalharam dia e noite para deixar a Arena pronta para a decisão." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Máquinas trabalharam dia e noite para deixar a Arena pronta para a decisão.</p></div>
<p>Nos bastidores, a diretoria rubro-negra buscava a ajuda dos políticos paranaenses. Porém, ninguém se dispôs a mover um dedo sequer para pressionar os dirigentes da Conmebol para que não tirassem a partida de Curitiba e do estado do Paraná. Inclusive o então governador Roberto Requião, que se diz atleticano, foi procurado, mas preferiu não se envolver.</p>
<p>Enquanto isso, a nova arquibancada crescia e no dia 4 de junho tudo estava pronto e a Arena, plenamente adequada ao regulamento da Libertadores.  O CAP apresentou, dentro do prazo solicitado pela CBF, os laudos do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e do Corpo de Bombeiros, atestando a nova capacidade da Arena e a segurança das arquibancadas metálicas.</p>
<p>Em reunião realizada em Assunción, no Paraguai, depois de horas de &#8220;chá de banco&#8221;, com a Conmebol negando-se em princípio atender a direção do CAP, o clube apresentou todos os laudos, atestados, fotografias e comprovantes das instalações adequadas ao regulamento.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36034" title="laudocrea" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/laudocrea.jpg" alt="laudocrea" width="320" height="240" />Mas eles foram ignorados pela Conmebol, numa prova de que o famigerado item do regulamento foi usado apenas como pretexto para a defesa de outros interesses. Ao CAP foi transmitido, através do secretário executivo Francisco Figueiredo Britez: &#8220;La decision está tomada. Son ordens superiores. Ou el Paranaense juega em Porto Alegre, ou que procure la justicia&#8221;.</p>
<p>Com a ameaça de ser rebaixado de divisão, de perder todos os registros de seus jogadores e por em risco definitivamente o futuro do CAP, a diretoria resolveu naquele momento ser prudente e cedeu à pressão feita pela Conmebol. O jogo foi<br />
 mesmo confirmado para o Beira-Rio, em Porto Alegre, a mais de <img class="alignleft size-full wp-image-36035" title="oficiobomb" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oficiobomb.jpg" alt="oficiobomb" width="320" height="240" />600 quilômetros de Curitiba e do estádio rubro-negro.</p>
<p>Na capital gaúcha, a diretoria atleticana foi recepcionada pelo governador Germano Rigotto, em jantar no Palácio Piratini. Na ocasião, Rigotto questionou ao presidente Mário Celso Petraglia: &#8220;Como os paranaenses deixam isso acontecer? Jamais cometeriam este absurdo, esta injustiça com o povo gaúcho. Faríamos outra revolução e não tirariam o jogo dos nossos estádios&#8221;.</p>
<p><em>Clique </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/laudocrea.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a><em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/laudocrea.pdf" target="_blank"> </a>para baixar o laudo do CREA.<br />
Clique </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/oficiobomb.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> <em>para baixar o ofício do Corpo de Bombeiros.</em><br />
.<br />
<strong><br />
Desfecho</strong></p>
<div id="attachment_36036" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36036" title="sem-titulo-18" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-18.jpg" alt="Novas arquibancadas já na fase de acabamento." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Novas arquibancadas já na fase de acabamento.</p></div>
<p>Com o CAP impedido de atuar na Arena e sem condições de igualdade para a disputa da decisão, a Libertadores de 2005 teve o desfecho para o qual a Conmebol trabalhou e seu presidente sempre torceu. Após um empate em 1 a 1 no campo neutro do Beira-Rio, o São Paulo pôde contar com a força de sua torcida no jogo da volta, em sua casa.</p>
<p>No dia 14 de julho, no Morumbi, o  CAP  saiu perdendo, teve a chance de empatar numa cobrança de pênalti, mas desperdiçou a oportunidade e acabou derrotado. O tricolor paulista conquistou seu terceiro título continental e carimbou o passaporte para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão, quando venceu o Liverpool, da Inglaterra, e sagrou-se tricampeão do mundo.<br />
.<br />
.</p>
<div id="attachment_36037" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-36037" title="sem-titulo-19" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sem-titulo-19.jpg" alt="Na véspera da primeira partida da final, as obras estavam concluídas e a Arena, adequada ao regulamento da Taça Libertadores." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Na véspera da primeira partida da final, as obras estavam concluídas e a Arena, adequada ao regulamento da Taça Libertadores.</p></div>
<p>Outra prova de que tanto apego da Conmebol a um item do regulamento foi mesmo de ocasião foi dada no ano seguinte. Pachuca, do México, e Colo-Colo, do Chile, fizeram a final da Copa Sul-Americana de 2006. O regulamento era o mesmo da Libertadores, mas o primeiro jogo da decisão foi disputado no Estádio Hidalgo, em Pachuca, com capacidade para 30 mil expectadores.<br />
<strong><br />
Orgulho<br />
</strong><br />
Mesmo derrotado na decisão, o Furacão encerrou a disputa da Libertadores de 2005 com a cabeça erguida. Afinal, o clube havia atingido um patamar inédito em sua história e do próprio futebol paranaense. Aos atleticanos, ficou a certeza de que o desfecho poderia ter sido diferente, caso o CAP tivesse contado com sua torcida e com a magia do Caldeirão. Ao São Paulo, resta o gosto amargo de um mérito discutível, conquistado em disputa injusta e desigual.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Copa: Coritiba não tem investidor para &#8220;Plano B&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 07:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[cap]]></category>

		<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>

		<category><![CDATA[Coritiba]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto do novo estádio do Coritiba, que seria um plano emergencial para a Copa 2014, ainda não saiu do lugar. &#8220;Quem nos procurou deixou o assunto em stand by. Dependemos sempre do interesse do investidor, que não retornou a carta-resposta. Acho que o investidor perdeu o interesse&#8221;, considera o vice-presidente coxa-branca, Vilson Ribeiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O projeto do novo estádio do Coritiba, que seria um plano emergencial para a Copa 2014, ainda não saiu do lugar. &#8220;Quem nos procurou deixou o assunto em stand by. Dependemos sempre do interesse do investidor, que não retornou a carta-resposta. Acho que o investidor perdeu o interesse&#8221;, considera o vice-presidente coxa-branca, Vilson Ribeiro de Andrade. No entanto, o dirigente se mostra favorável a um projeto alternativo, enquanto o clube não consolida o seu próprio. &#8220;Se viabilizar, o Coritiba participará, como qualquer clube. Mas não temos o menor interesse em estádio para a Copa, nem temos condições.&#8221;</p>
<p>Mesmo assim, o Coritiba poderá participar diretamente da solução para a Arena ser o estádio de Curitiba na Copa-2014. Isso porque uma das queixas do Rubro-Negro é ter de ficar dois anos sem poder atuar em seu estádio por causa das obras.</p>
<p>Uma costura política pode ser feita, por intermédio do governo do estado, para que o Coxa abrigue o Atlético no Couto Pereira durante a reforma. Depois, com papéis do potencial cons­­­­­trutivo em mãos, o próprio Coxa poderia precisar da Arena se viabilizar sua nova casa.</p>
<p>Ontem, vereadores de Porto Alegre votaram um projeto de isenção de impostos para que a dupla Grenal renove suas praças esportivas, o que pode ser repetido aqui. Enquanto isso, outra proposta que pode ser usada na Arena é a de concessão de nome à Copel. Os deputados estaduais ainda decidirão sobre essa possibilidade.</p>
<p>A companhia de energia anunciou que dia 25 passará a atuar em caráter experimental nos ramos de telefonia fixa e internet em Santo Antônio da Platina, Norte Pioneiro. O que justificaria ainda mais a necessidade de investimento em marketing.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Especial RPC - Curitiba 2014</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 13:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a primeira matéria do especial da RPC sobre os investimentos e as melhorias na cidade de Curitiba e no estádio do Atlético Paranaense. A matéria foi ao ar no programa Bom Dia Paraná do dia 07 de junho de 2010.
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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/copa-2014-rpc.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-35027" title="copa-2014-rpc" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/copa-2014-rpc.jpg" alt="copa-2014-rpc" width="320" height="240" /></a>Confira a primeira matéria do especial da RPC sobre os investimentos e as melhorias na cidade de Curitiba e no estádio do Atlético Paranaense. A matéria foi ao ar no programa Bom Dia Paraná do dia 07 de junho de 2010.</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://portal.rpc.com.br/tv/js/player.js"></script>	<script type="text/javascript">		showswf ("http://portal.rpc.com.br/tv/player/player.swf?emissora=oeste&#038;file=88209&#038;autostart=0&#038;tempoTotal=&#038;seq=&#038;rand=28&#038;videoano=2010&#038;videomes=06&#038;videodia=07&#038;videonome=bomdiaparana", "480", "369");	</script>	</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Quanto vale o futebol brasileiro?</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/quanto-vale-o-futebol-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 14:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[ Estudo mostra quem são os mais ricos clubes do país, e os mais endividados e projeta quanto o mercado do futebol deverá gerar de receitas em 2014, ano em que o Brasil recebe pela segunda vez a Copa do Mundo
Os clubes de futebol do Brasil já não dependem tanto da venda de jogadores para faturar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/bola-moedas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-34623" title="bola-moedas" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/bola-moedas.jpg" alt="bola-moedas" width="320" height="240" /></a> Estudo mostra quem são os mais ricos clubes do país, e os mais endividados e projeta quanto o mercado do futebol deverá gerar de receitas em 2014, ano em que o Brasil recebe pela segunda vez a Copa do Mundo</p>
<p>Os clubes de futebol do Brasil já não dependem tanto da venda de jogadores para faturar e têm diversificado suas fontes de receitas, que estão em ascensão. Só que continuam gastando demais.</p>
<p>Estas são algumas conclusões tiradas de um estudo feito pela consultoria Crowe Horwath RCS, que também projetou a evolução do mercado da bola para os próximos sete anos, a começar por 2010, que deverá movimentar mais de R$ 2,1 bilhões.</p>
<p>Parece muito? Para se ter uma ideia, os 20 times da Premier League, a badalada divisão de elite inglesa, geraram cerca de R$ 5, 3 bilhões, só na temporada 2008-09.</p>
<p>&#8220;Estamos muito longe do ideal&#8221;, afirma Almir Somoggi, diretor da Esporte Total da consultoria, que prevê para 2014, ano de Copa do Mundo no país, um faturamento da ordem dos R$ 3 bilhões.</p>
<p>O estudo mostra que em 2003, ano da introdução dos pontos corridos no Campeonato Brasileiro, 26% das receitas das equipes vinha da transferência de atletas. O ápice aconteceu em 2007 (37%) até despencar para 19% no ano passado.</p>
<p>Outras fontes, como bilheterias (de 7% para 13%) e patrocínio e publicidade (9% para 14%) vem ajudando os times a reduzir a dependência do mercado externo.</p>
<p>Já os rankings dos mais ricos e endividados foram feitos com bases nos balanços que os clubes publicam no &#8220;Diário Oficial&#8221; dos Estados.</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lucro-clubes-2009.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-34624" title="lucro-clubes-2009" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lucro-clubes-2009.jpg" alt="lucro-clubes-2009" width="642" height="839" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diretoria do CAP abandonou planos para o CT do Caju</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/diretoria-do-cap-abandou-planos-para-o-ct-do-caju/</link>
		<comments>http://www.cap4ever.com.br/diretoria-do-cap-abandou-planos-para-o-ct-do-caju/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 14:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[cap]]></category>

		<category><![CDATA[CT do Caju]]></category>

		<category><![CDATA[diretoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil está de olho no CT do Caju. Além de ser a casa da seleção brasileira na reta final de preparação para a Copa do Mundo da África do Sul, o centro de treinamento e formação de atletas do Atlético Paranaense também ganhou destaque nos últimos dias no canal Sportv. Um estudo sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ct-aerea.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-34198" title="ct-aerea" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ct-aerea.jpg" alt="ct-aerea" width="320" height="240" /></a>O Brasil está de olho no CT do Caju. Além de ser a casa da seleção brasileira na reta final de preparação para a Copa do Mundo da África do Sul, o centro de treinamento e formação de atletas do Atlético Paranaense também ganhou destaque nos últimos dias no canal Sportv. Um estudo sobre a estrutura de treinamento dos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro apontou o complexo rubro-negro como o segundo melhor do país.</p>
<p>Apesar da colocação de destaque, a torcida atleticana viu o resultado da pesquisa feita por técnicos da Universidade Federal de Viçosa (MG) com certa decepção. Afinal, o Centro de Treinamentos Alfredo Gottardi sempre foi apontado como o mais moderno e completo do Brasil e da América do Sul. Inclusive pela comissão técnica da seleção brasileira, que o escolheu para os últimos preparativos para a campanha em busca do hexa.</p>
<p>De fato, alguns critérios usados pela universidade mineira são questionáveis. Para colocar o CT do Caju em segundo lugar, atrás da Cidade do Galo, do Atlético Mineiro, o estudo apontou a falta de uma sala de espera e de um equipamento de musculação. Porém, não levou em conta pontos como o número de campos oficiais e a logística de deslocamento interno, em que o complexo do CAP supera com facilidade a estrutura do clube de Belo Horizonte.</p>
<p>O CT do Caju, porém, poderia superar, facilmente e sem contestação, qualquer complexo de treinamentos do continente, caso a atual direção do CAP não tivesse abandonado os planos de modernização e atualização tecnológica do Centro de Excelência atleticano. Elaborado pela gestão anterior, o projeto foi engavetado e esquecido a partir de 2009, quando a diretoria comandada por Marcos Malucelli rompeu com o ex-presidente Mário Celso Petraglia e com a filosofia administrativa que levou o clube às maiores conquistas de sua história.</p>
<p>A atualização tecnológica e estrutural constante do CT do Caju era até então um dos principais objetivos do Furacão. Para isso, o clube elaborou, ainda em 2008, um projeto detalhado, com base na legislação de incentivos fiscais do Ministério do Esporte. O plano previa um investimento de pouco mais de R$ 5 milhões na modernização do centro de prevenção, reabilitação fisioterápica e laboratório científico, além da adequação das instalações de dois dos oito campos oficiais do complexo atleticano.</p>
<p>Nas áreas médica, de fisioterapia e fisiologia, o projeto previa a aquisição de equipamentos como aparelhos de ecografia, eletrocardiograma computadorizado, desfibrilador e cardioversor, sistema de baropodometria, sistema de edição de imagens, além de equipamentos médicos e científicos complementares. O custo previsto era de R$ 396.400,00.</p>
<p>Na parte estrutural, estavam previstas a implantação de grama sintética de terceira geração e sistema de iluminação em dois dos campos oficiais do CT. Além da construção de área de apoio entre os dois campos, com área construída de 36 metros quadrados, com banheiro, vestiário e depósitos. Para isso, o clube previa investir R$ 4.669.800,00.</p>
<p>Os novos equipamentos e instalações serviriam principalmente às categorias de base, aprimorando o rendimento esportivo e o desempenho dos jovens atletas rubro-negros. Para isso, o clube contaria com o apoio do governo federal, com base na legislação de incentivos fiscais elaborada pelo Ministério do Esporte.</p>
<p>Determina o Artigo 1º da Lei 11.438, de 29 de dezembro de 2006, regulada por demais decretos e portarias expedidas pelo Ministério do Esporte:</p>
<p>&#8220;Poderão ser deduzidos do imposto de renda devido, apurado na Declaração de Ajuste Anual pelas pessoas físicas ou em cada período de apuração, trimestral ou anual, pela pessoa jurídica tributada com base no lucro real, os valores despendidos a título de patrocínio ou doação, no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte&#8221;.</p>
<p>Foi com base nessa legislação que o Atlético Mineiro captou recursos para a construção e ampliação da Cidade do Galo, que acabou por superar o CT do Caju no estudo da Universidade de Viçosa (MG).</p>
<p>Enquanto isso, o CAP, sob o comando de Malucelli, deixou de lado não só o projeto pronto, já encaminhado e aprovado pelo Ministério do Esporte, restando somente ser implementado, como também outros planos para a modernização constante do Centro de Excelência do Furacão.</p>
<p>Nada fica definitivamente pronto. Melhorias, novas tecnologias e um constante processo de modernização são necessários. Já passaram mais de três anos desde a revitalização e o CT do Caju não pode ficar sem novos investimentos. A torcida, de modo geral, entende que investir em excelência na formação de novos talentos também faz parte de uma administração &#8220;mais chuteiras&#8221;.</p>
<p>Clique <strong><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/proj%20incentivos%20fiscais.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong> e confira o caderno com o projeto elaborado pelo CAP, em 2008, para a modernização do CT do Caju (em pdf).</p>
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		<title>Mais uma falácia IV - Omissão ou falta da verdade</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 13:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[atlético]]></category>

		<category><![CDATA[Malucelli]]></category>

		<category><![CDATA[Petraglia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acusações levianas e afirmações inverídicas já são marcas registradas dos pronunciamentos e entrevistas do atual presidente do Atlético Paranaense, Marcos Malucelli. Desde que rompeu com Mário Celso Petraglia e com a filosofia administrativa que levou o CAP às maiores conquistas de sua história, Malucelli não mede esforços para tentar denegrir a imagem de seu antecessor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/05/juiz-batendo-martelo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-33761" title="juiz-batendo-martelo" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/05/juiz-batendo-martelo.jpg" alt="juiz-batendo-martelo" width="320" height="240" /></a>Acusações levianas e afirmações inverídicas já são marcas registradas dos pronunciamentos e entrevistas do atual presidente do Atlético Paranaense, Marcos Malucelli. Desde que rompeu com Mário Celso Petraglia e com a filosofia administrativa que levou o CAP às maiores conquistas de sua história, Malucelli não mede esforços para tentar denegrir a imagem de seu antecessor, mesmo deixando de lado a coerência e a verdade.</p>
<p>A tristemente célebre entrevista coletiva concedida no dia 23 de fevereiro deste ano, na sala de imprensa da Arena da Baixada, é o maior exemplo. Após inúmeros desmentidos, ainda sobram afirmações infundadas sem resposta ou esclarecimento. E entre todas elas, talvez a mais surpreendente seja o alegado desconhecimento sobre contratos e parcerias firmadas pelo CAP no período em que Malucelli ocupou o cargo de diretor jurídico.</p>
<p>A ser questionado sobre se estava ciente dos termos da parceria entre o CAP e o Clube Atlético do Paraná (CAPA), para formação de atletas, Malucelli afirmou: &#8220;O Mário Celso [Petraglia] nunca me convocou para apreciar contratos. Tanto é que esses contratos, eu fui ver agora, e tem lá o visto de um dos nossos advogados da época. Não tem o meu visto, porque isso não foi encaminhado a mim. Eu não dava expediente no Atlético. Eu não era funcionário do Atlético. Os funcionários do Atlético, que compõe o departamento jurídico do Atlético é que&#8230; São eles que examinam, ou examinavam esses contratos. Isso não foi do meu conhecimento&#8221;.</p>
<p>Tanto no caso específico da parceria com o CAPA, quanto em relação aos contratos em geral, a declaração de Malucelli não encontra respaldo na verdade. Todos os compromissos firmados pelo CAP no período em que o atual presidente compôs o Conselho Gestor sempre tiveram sua anuência ou participação. Além de ser o responsável pelo departamento jurídico do clube, Malucelli prestava, e ainda presta, assessoria remunerada ao clube, através de seu escritório.</p>
<p>Além disso, o dirigente atleticano parece não ter percebido que coloca um dilema que lhe é desfavorável com qualquer conclusão. Malucelli faltou com a verdade ao afirmar que desconhecia os contratos, ou foi omisso e negligente como diretor jurídico do CAP, além de incompetente como prestador de serviços, de forma remunerada, ao clube.</p>
<p>A realidade, porém, é que os principais contratos e parcerias sempre foram submetidos à aprovação do Conselho Gestor, em reuniões registradas em atas, assinadas por todos os membros, conforme prevê o estatuto do clube. Atas que foram e ainda devem estar arquivadas na sede administrativa do CAP.</p>
<p><strong>CAPA e Alex Sandro</strong></p>
<p>A decisão de &#8220;terceirizar&#8221; a categoria infantil, transferindo a captação e formação de atletas com idade inferior a 16 anos para clubes parceiros, não foi tomada da noite para o dia, nem de forma isolada por Petraglia ou qualquer outro diretor. O assunto foi debatido e estudado por mais de um ano e era conhecido por todos os que participavam da administração do CAP.</p>
<p>A parceria com o CAPA foi fechada e aprovada pelo Conselho Gestor em 2006. A intenção da então diretoria do Furacão era ampliar o número de jovens observados. Se no CT do Caju havia espaço para cerca de 35 jogadores da categoria infantil, com o acordo com o CAPA e outros parceiros, mais de 250 atletas dessa faixa etária passaram a ser acompanhados. &#8220;Nossos parceiros trabalham com toda a metodologia e know-how desenvolvidos pelo Atlético&#8221;, explicou na época o coordenador do departamento de formação do CAP, André Leite, em entrevista ao jornal <em>Tribuna do Paraná</em>.</p>
<p>Os jovens atleticanos das categoria infantil passaram a treinar no CT do Caqui, de propriedade do novo parceiro, e os direitos financeiros sobre os atletas passaram a ser divididos em 30% para o CAPA e 70% para o Atlético Paranaense. O mesmo acontecendo com todos os jogadores que o CAPA repassasse ao CT do Caju a partir de então.</p>
<p>A negociação do meia Alex Sandro, no início de 2010, é o exemplo de como a parceria deu e continuaria dando retorno ao Rubro-Negro. O jogador pertencia ao CAPA antes de ter qualquer vínculo com o Atlético Paranaense. Ao ser aprovado pela equipe técnica do Furacão, foi promovido à categoria juvenil, passou a treinar no CT do Caju, assinou contrato de jogador profissional com o CAP e teve 70% de seus direitos financeiros repassados ao clube da Baixada. Portanto, Malucelli novamente falta com a verdade quando afirma que &#8220;o Alex Sandro foi para o CAPA, menos de um ano voltou para o Atlético com o carimbo de 30%. Por isso, o CAPA tem 30%&#8221;.</p>
<p>Quando Alex Sandro foi negociado com um grupo de investidores, em fevereiro deste ano, o CAP recebeu 2 milhões de euros (cerca de R$ 5,0 milhões) por sua parcela de 70%. O CAPA preferiu não negociar sua parte e manteve 30% dos direitos financeiros sobre o atleta, que foi transferido para o Santos Futebol Clube.</p>
<p><strong>Contratos e assessorias</strong></p>
<p>Foi sob a supervisão de Malucelli que o departamento jurídico do Atlético Paranaense elaborou os modelos de contratos assinados entre o CAP e seus atletas. Inclusive nos casos que resultaram em disputas judiciais, como Jeancarlo, Aloísio, Dagoberto, Kléber Pereira, Marcos Aurélio e, recentemente, Wallyson. Também foi Malucelli quem contratou a consultoria do Dr. Heraldo Panhoca, advogado especialista em direito desportivo, que orientou o CAP na elaboração dos contratos firmados a partir de 2007.</p>
<p>Diante desses fatos, fica evidente que todos os assuntos envolvendo a área jurídica desenvolvidos pelo clube eram tratados diretamente por Malucelli, que se reportava diretamente ao ex-presidente João Augusto Fleury da Rocha, especialista na área e então comandante do Conselho Gestor. Foi por indicação de Fleury que Malucelli foi convidado a assumir a direção do departamento jurídico e não por Petraglia.</p>
<p>Fica clara também mais uma contradição de Malucelli. Assim como afirma que não tinha conhecimento de contratos assinados pelo clube durante sua atuação como diretor jurídico, o atual presidente rubro-negro afirmou, em entrevista anterior, que era uma das quatro pessoas que segundo ele administravam diretamente o CAP.  &#8220;Quando estávamos ainda na gestão anterior, da qual fiz parte no departamento jurídico, já éramos em poucos. Na verdade, tinha o Mario, o Fleury, o Mauro Holzmann e eu. Porque os demais todos já tinham se afastado no ano de 2008&#8243;, declarou Malucelli à rádio Transamérica.</p>
<p><strong>Agentes e procurações</strong></p>
<p>Malucelli também mostra desconhecimento ou má-fé ao tratar do caso dos contratos de representação de atletas. Na mesma entrevista à rádio Transamérica, o dirigente atleticano afirmou: &#8220;Quando o Alexandre Rocha Loures <em>[empresário, sócio da empresa Master Talents]</em> saiu do Atlético, logo que nós assumimos, ele levou com ele esse acervo todo, esse estoque de procurações (&#8230;). Os jogadores davam procuração para ele não porque ele era o Alexandre Rocha Loures, mas porque ele era o funcionário do Atlético que atuava nessa área. Evidentemente que ele, quando saiu, deveria ter deixado&#8221;.</p>
<p>Como advogado e dirigente de clube de futebol, Malucelli certamente conhece a norma da Fifa que proíbe clubes de atuarem como agentes de atletas. Rocha Loures, portanto, jamais poderia ter &#8220;deixado&#8221; suas procurações ao CAP. Talvez por isso, o atual presidente rubro-negro tenha caído em contradição já no dia seguinte, na coletiva concedida na Arena. &#8220;As procurações que os jogadores dão a seus empresários, procuradores, agentes, representantes, são procurações pessoais. O jogador dá a procuração a quem ele quiser. O Atlético não pode interferir nisso. Quem dá a procuração é o atleta, não o Atlético. E o atleta é o dono de sua vida. Ele dá a procuração a quem ele quiser&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Em entrevista coletiva, Rocha Loures revelou a conversa que teve com Maucelli quando de sua saída do CAP: &#8220;No início de março de 2009, fiz uma reunião e comuniquei que estava deixando o clube. Em nenhum momento ele solicitou que eu deixasse de trabalhar com os jogadores do clube. Em nenhum momento foi dito que por uma questão ética ou moral eu deveria deixar de trabalhar com aqueles jogadores&#8221;.</p>
<p>A afirmação de que a atuação de Rocha Loures &#8220;atrapalhou, e muito&#8221; as negociações do CAP com seus agenciados também não se sustenta.  Quando deixou o clube, o empresário tinha contrato de agenciamento com 12 atletas rubro-negros. Depois de sua saída, mais oito optaram por se juntar a sua empresa, a Master Talents. Destes, apenas o zagueiro Ronaldo não renovou contrato com o Furacão.</p>
<p>Ronaldo ficou conhecido pela torcida do CAP no Brasileiro de 2009, quando o técnico Antônio Lopes precisou do atleta, que vinha treinando separado do grupo principal. O zagueiro se destacou nos treinos com a equipe titular e correspondeu em campo, se firmando como uma das principais opções para a defesa rubro-negra.</p>
<p>Antes disso, o CAP já havia perdido o prazo para exercer a opção de renovação prevista no contrato do atleta, que se encerraria em março de 2010. Depois que percebeu o potencial do jogador, o clube abriu negociações para uma renovação, mas não aceitou pagar o salário R$ 8 mil pedido por Ronaldo. Diante disso, o jogador aceitou uma proposta do Internacional, mas ainda deixou ao CAP 20% de seus direitos econômicos. Hoje, Ronaldo é um dos principais zagueiros do elenco colorado, tendo sido titular na decisão do campeonato gaúcho.</p>
<p><strong>Incompetência ou má-fé?</strong></p>
<p>Diante de tantas contradições, afirmações inverídicas e acusações infundadas, resta a torcida atleticana questionar: qual a intenção de Malucelli? Seria o presidente rubro-negro ingênuo e desinformado? Ou pretende ele ludibriar a torcida atleticana, para fazê-la se voltar contra o ex-presidente Mário Celso Petraglia?</p>
<p>Qual é o objetivo do atual presidente rubro-negro ao tentar difamar e questionar a honra e a idoneidade do maior dirigente da história do Clube Atlético Paranaense? Ao acusador sempre cabe o ônus da prova. O desafio já foi feito por Petraglia. &#8220;Eles têm de abrir esta caixa preta. Podem quebrar os meus sigilos fiscais e tributários e das minhas empresas, mas quero que isto seja feito com os outros também&#8221;, afirmou o ex-presidente, em entrevista à <em>Gazeta do Povo</em>.</p>
<p>Qual será a reação do Conselho Deliberativo do CAP? Que atitude tomará a Câmara de Ética do clube? A torcida rubro-negra aguarda uma resposta.</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/confira-na-integra-a-entrevista-de-marcos-malucelli/" target="_blank"><strong>Confira, na íntegra, a entrevista de Marcos Malucelli</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Mudanças na Lei Pelé ainda provocam polêmica</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/mudancas-na-lei-pele-ainda-provocam-polemica/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Álvaro Dias]]></category>

		<category><![CDATA[Lei Pelé]]></category>

		<category><![CDATA[orlando pessuti]]></category>

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		<description><![CDATA[A audiência pública realizada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado na manhã desta segunda-feira (26), na sede da OAB Paraná, mostrou que algumas polêmicas ainda precisam ser superadas até a aprovação da nova Lei Geral do Esporte, a Lei Pelé. Embora a proposta de modificação  já aprovada na Câmara Federal e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A audiência pública realizada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado na manhã desta segunda-feira (26), na sede da OAB Paraná, mostrou que algumas polêmicas ainda precisam ser superadas até a aprovação da nova Lei Geral do Esporte, a Lei Pelé. Embora a proposta de modificação  já aprovada na Câmara Federal e em discussão no Senado  contemple as principais reivindicações dos clubes de futebol, outros setores do esporte não se sentem atendidos. A audiência foi proposta pelo relator do projeto de lei 09/2010, senador Álvaro Dias. Ele presidiu o encontro na OAB, que teve a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva, do governador Orlando Pessuti e de representantes de instituições envolvidas com o esporte.</p>
<p>Para os setores que consideram o assunto quase esgotado, o projeto tal como está necessita de poucas intervenções no Senado. Segundo o ministro Orlando Silva, uma das principais mudanças propiciadas pelo novo projeto de lei é a valorização do clube que investe na formação de atletas, por meio de repasse de recursos. Orlando Silva também destaca entre os avanços o reconhecimento de características peculiares da atividade de futebol, que exigem flexibilidade em alguns temas da legislação, e o combate à &#8220;gestão temerária&#8221; nos clubes de futebol. &#8220;É uma lei que procura endurecer em relação à gestão temerária do futebol. Ela exige mais transparência e pune os dirigentes responsáveis por uma gestão temerária&#8221;, afirma o ministro.</p>
<p>O senador Álvaro Dias diz que uma das principais mudanças se refere à proteção aos clubes nas negociações de seus jogadores. &#8220;Há uma regulação mais eficiente da relação entre atleta, clube e empresário&#8221;, afirma. Ele afirma que pretende incluir no relatório algumas modificações, como excluir a figura do monitor  que afeta os profissionais graduados em Educação Física; alterar o item referente à veiculação das competições esportivas; e analisar a proposta de clubes contratarem jovens aprendizes de 14 a 16 anos. Segundo o senador, o relatório do projeto deve ser apresentado em breve. Álvaro Dias diz que a proposta pode ir a plenário em 15 dias, caso o projeto não seja submetido a mais nenhuma comissão.</p>
<p>O presidente da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), Arialdo Boscolo, defende que o projeto siga para votação o mais rápido possível, com o menor volume possível de alterações. &#8220;Esse projeto passou por um amplo entendimento na Câmara Federal, houve a manifestação de todas as entidades envolvidas com o esporte&#8221;, diz. &#8220;Agora é muito complicado mudar um projeto dessa natureza porque dificilmente vai se conseguir atender todo mundo.&#8221;</p>
<p><strong>Polêmica<br />
</strong><br />
O artigo 90-E do projeto de lei 5186 foi um dos pontos mais discutidos durante a audiência pública. Vários profissionais e estudantes de Educação Física compareceram na audiência para reclamar da proposta, que prevê ao atleta o título de monitor, após 3 anos de comprovada prática desportiva. O presidente do Conselho Regional de Educação Física da 9.ª Região, Antonio Eduardo Branco, disse que o artigo conflita com a atividade dos profissionais de Educação Física. &#8220;É uma preocupação nossa, a prática somente não é suficiente para tornar o atleta um técnico desportivo. Também acreditamos que essa medida abre precedentes para outras profissões&#8221;, afirmou.</p>
<p>O presidente da Federação das Associações de Atletas Profissionais, Wilson da Silva Piazza, ex-jogador de futebol e tri-campeão, elogiou a iniciativa do Senado de promover a audiência pública, mas estranha a pressa em aprovar o projeto. &#8220;É um projeto que estava adormecido desde 2005 na Câmara e de repente querem que seja concluído, sem discussão suficiente para chegar a um projeto mais adequado. É uma iniciativa boa, com perspectiva de mudar para aprimorar a lei que rege o desporto&#8221;, comentou Piazza. Uma das propostas da lei que a FAAP defende é o funcionamento efetivo do sistema de assistência complementar para os atletas profissionais e em formação, valorizando também o lado social. &#8220;Independente do valor que será destinado para o sistema de qualificação, a lei precisa prever mecanismos para que o repasse ocorra efetivamente, sem que a gente precise correr atrás&#8221;, diz Piazza. Ele se refere ao artigo 57, que prevê o atendimento para atletas de todas as modalidades.</p>
<p>Segundo o procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) Paulo Schimitt, as alterações da lei priorizam o futebol, em detrimento de outras modalidades desportivas. &#8220;A proposta é de uma lei geral do desporto e não do futebol. É necessário mudar a lei, mas há necessidade de maior debate&#8221;, disse o procurador. Os representantes do futebol, no entanto, discordam. O presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, diz que as mudanças para o futebol que estão no projeto são necessárias. O vice-presidente do Clube dos 13, Marcos Augusto Malucelli, manifestou interesse na aprovação do projeto ainda neste ano. &#8220;Do jeito que está atende nossas expectativas.&#8221;</p>
<p>A primeira pessoa a se manifestar na audiência após a fala dos convidados foi a procuradora do Ministério Público do Trabalho Margarete Mattos de Carvalho. Ela também reclamou da falta de debate mais amplo para aprovação da proposta. &#8220;O projeto trata de contratos de trabalho, com atletas a partir de 16 anos, que é considerado aprendiz, e nos interessa saber se os direitos trabalhistas vão ser atendidos. Na prática, vemos que falta reconhecer que todo atleta profissional deve ter um contrato de trabalho registrado, com garantias de férias, 13.º salário, pagamento de horas extras. Os jovens atletas, que também estão matriculados, acabam com baixo rendimento escolar e comprometidos fisicamente. São questões que precisam ser debatidas&#8221;, comentou a procuradora.</p>
<p>O conselheiro da OAB Paraná Alexandre Quadros, advogado da área desportiva e ex-presidente da Comissão de Justiça Deportiva da OAB Paraná, disse que a Comissão na gestão anterior vinha acompanhando as discussões sobre alterações na Lei Pelé, com a preocupação em promover maior discussão para melhorar diversos pontos da lei, em especial sobre quatro temas: justiça desportiva; o atendimento ao sistema de aprimoramento da Federação das Associações de Atletas Profissionais (FAAP); atendimento ao profissional de Educação Física no que se refere ao artigo 90-E e aprimorar aspectos voltados para os atletas profissionais. &#8220;São emendas importantes para a comunidade esportiva&#8221;, comentou Quadros.</p>
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		<title>Luz nos gramados</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/luz-nos-gramados-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 17:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[gramados]]></category>

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		<description><![CDATA[Já mencionei anteriormente, mas vale a pena reiterar. Os novos estádios de futebol tipo arena, com cobertura total das arquibancadas, projetam sombras no campo que prejudicam o desenvolvimento do gramado. 
Como sabemos, os vegetais &#8220;fabricam&#8221; seu próprio alimento com a famosa equação da fotossíntese. Para relembrar os tempos de escola: na presença de clorofila e luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_32234" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-32234" title="thumb_luz_nos_gramados_2342010-144411-1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/thumb_luz_nos_gramados_2342010-144411-1.jpg" alt="Sombra projetada no gramado do estádio San Siro (Milão-Itália) (crédito: Divulgação) " width="300" height="226" /><p class="wp-caption-text">Sombra projetada no gramado do estádio San Siro (Milão-Itália) (crédito: Divulgação) </p></div>
<p>Já mencionei anteriormente, mas vale a pena reiterar. Os novos estádios de futebol tipo arena, com cobertura total das arquibancadas, projetam sombras no campo que prejudicam o desenvolvimento do gramado. </p>
<p>Como sabemos, os vegetais &#8220;fabricam&#8221; seu próprio alimento com a famosa equação da fotossíntese. Para relembrar os tempos de escola: na presença de clorofila e luz ocorre a produção de compostos orgânicos (carboidratos) a partir de compostos inorgânicos, como a água, nutrientes e o dióxido de carbono (CO2), utilizando a energia luminosa em presença de clorofila.</p>
<p>Então, a planta retira a água e nutrientes do solo, o CO2 do ar atmosférico, metabolizando seu próprio alimento e liberando oxigênio para o ambiente. Para que isso ocorra, além de água, os nutrientes e o CO2, o vegetal precisa de luz (a clorofila já está presente no tecido vegetal). É ela o catalisador fundamental no processo de produção de alimentos do vegetal e de seu desenvolvimento. Sem a presença de luz, a maioria dos vegetais não cresce e, até mesmo, definha e sucumbe.</p>
<p>Nos gramados esportivos, essa equação é vital para que o gramado cresça, produza massa verde, se regenere e suporte altas cargas de pisoteio. Daí batermos sempre na tecla da necessidade de estudo criterioso, de equipe multidisciplinar, para a construção de um estádio, principalmente dos modelos arena, priorizados pela Fifa, uma vez que estas, pelo fato de usarem coberturas muito próximas ao campo, limitam a entrada de luz e trazem vários problemas com relação à equação básica da fotossíntese.</p>
<p>Mesmo os europeus, que já convivem com as arenas há mais tempo que nós, usam um blend de variedades de grama menos suscetíveis à sombra, luzes artificiais (SGL Concept) e, ainda assim, convivem com replantios todos os anos. Só que na Europa os replantios e os custos extras advindo dos problemas da sombra nos gramados são considerados como custos normais de manutenção.</p>
<p>No Brasil, onde ainda lutamos para incutir na consciência de gestores/dirigentes de estádios, clubes e CTs a importância dos palcos verdes para o futebol, a necessidade de bons projetos, de orçamentos de construção e de manutenção dos campos, os estádios tipo arena, se não forem muito bem pensados, projetados, executados e mantidos, poderão ser um grande calcanhar de Aquiles. Isso porque ainda não existe uma cultura e uma consciência da importância dos gramados e, por vezes, eles ainda são vistos como um custo indesejável e não um investimento inerente ao esporte/espetáculo.</p>
<p>Artur Jorge P. B. de Melo<br />
Eng Agrônomo &amp; Sports Turf Consultant<br />
Gramados Esportivos e Irrigação Automatizada</p>
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		<title>Estádios Centenários</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[centenários]]></category>

		<category><![CDATA[estádios]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala este ano no centenário do Corinthians ou do Vélez Sarsfield. Mas pouco, ou quase nada, é comentado a respeito dos 100 anos desde o primeiro jogo no Old Trafford, estádio do Manchester United. Pois é, no dia 19 de fevereiro de 1910, o Liverpool venceu os Red Devils por 4 a 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_31323" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-31323" title="stamford_bridge5" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/stamford_bridge5.jpg" alt="Stamford Bridge - Estádio do Chelsea" width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Stamford Bridge - Estádio do Chelsea</p></div>
<p>Muito se fala este ano no centenário do Corinthians ou do Vélez Sarsfield. Mas pouco, ou quase nada, é comentado a respeito dos 100 anos desde o primeiro jogo no Old Trafford, estádio do Manchester United. Pois é, no dia 19 de fevereiro de 1910, o Liverpool venceu os Red Devils por 4 a 3 no Teatro dos Sonhos, na primeira vez que a bola rolou naquele gramado.</p>
<p>Foi pensando nisso que a Trivela preparou um Top 10 diferente. Escolhemos 10 estádios centenários. Dentre eles, apenas dois - Victoria Ground e The Dell - já foram demolidos. Os oito restantes recebem partidas de futebol até hoje. Como não poderia ser diferente, todos os estádios centenários estão localizados na Inglaterra. Confira, então, um pouco das histórias seculares das arenas.</p>
<p><strong>1º Stamford Bridge (1877)</strong></p>
<p>É um dos estádios mais antigos do mundo ainda em atividade. Inaugurado em 1877, foi usado nas suas primeiras décadas para receber eventos de atletismo. O futebol passou a entrar no calendário do estádio com frequência em 1905, quando foi criado o Chelsea, dono do lugar até hoje.</p>
<p>Tem capacidade para pouco mais de 41 mil pessoas, a menor entre os estádios dos quatro maiores clubes da Inglaterra. No centenário dos Blues, em 2005, um museu foi construído no estádio. Na história do Chelsea, contada década por década no local, o Stamford Bridge está sempre presente.</p>
<p><strong>2º Anfield (1884)</strong></p>
<p>É a &#8220;Fortaleza&#8221; do Liverpool. Mas não foram os Reds que tiveram o gostinho de inaugurar o estádio, em 1884. O feito foi do rival Everton. E foi uma inauguração em grande estilo. Os Toffees venceram o Earlstown por 5 a 0. Mas, em 1892, o Everton deixou de mandar jogos no Anfield, foi para o Goodison Park e o Liverpool foi criado por um dos donos do estádio.</p>
<p>Atualmente, a capacidade do estádio é de 45 mil pessoas. Mas esse número deve mudar em breve, já que o Liverpool tem planos para construir uma nova arena, com disponibilidade para 60 mil torcedores.</p>
<p><strong>3º Portman Road (1884)</strong></p>
<p>O dono do estádio é o Ipswich, da segunda divisão inglesa. Até por isso, os grandes eventos relacionados ao Portman Road pouco tem a ver com os seus donos. No futebol, o amistoso entre Inglaterra e Croácia em 2003 é considerado um dos pontos altos da arena.</p>
<p>Mas shows também marcam a história do Portman Road, que já recebeu astros da música do calibre de Elton John, REM, Dire Straits e Red Hot Chilli Peppers. O estádio, de 1884, tem capacidade para 30 mil pessoas.</p>
<p><strong>4º Goodison Park (1892)</strong></p>
<p>Inaugurado em 1892, o estádio pertence desde então ao Everton, que deixou de jogar no Anfield e migrou para a recém-construída arena. Atualmente, o Goodison Park tem capacidade para pouco mais de 40 mil torcedores. Mas os fãs do Everton podem ter de trocar de arena mais uma vez em breve.</p>
<p>É que desde a década de 1990, o clube tem a intenção de mudar para outro estádio. Mesmo com algumas negações recentes da Football Association, o Everton ainda pretende construir uma nova arena para receber seus jogos. Para os brasileiros, o Goodison Park não traz boas recordações. Em 1966, a seleção jogou lá três vezes na Copa do Mundo. Foram duas derrotas, para Hungria e Portugal por 3 a 1, e uma vitória, sobre a Bulgária, por 2 a 0.</p>
<p><strong>5º Villa Park (1897)</strong></p>
<p>Desde 1897, quando foi inaugurado, o Villa Park é a casa do Aston Villa. Sua longevidade é provada por já ter recebido jogos da seleção inglesa em três séculos diferentes. O primeiro deles, em 1899. Mais recentemente, foi palco do English Team em 2005. Ao todo, a seleção nacional já atuou no estádio por 16 vezes.</p>
<p>Durante a Copa do Mundo de 1966, o estádio de 42 mil expectadores foi palco de três jogos. O Villa Park foi também pode se gabar de ser a arena que mais recebeu jogos pelas semifinais da FA Cup. Ao todo, foram 55 partidas.</p>
<p><strong>6º City Ground (1898)</strong></p>
<p>Inaugurado em 1898 e com capacidade para 30 mil pessoas, o City Ground sempre foi sede dos jogos do Nottingham Forest. Uma curiosidade sobre a localização da arena é que está menos de três quilômetros distante do Meadow Lane, estádio do rival Notts County. São as duas arenas mais próximas em toda a Inglaterra.</p>
<p>É mais um caso de estádio que pode ser desativado em pouco tempo. O Nottingham, desde 2007, mostra intenção de se mudar para uma arena maior, com capacidade para cerca de 40 mil pessoas. O objetivo é ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2018, caso a Inglaterra seja eleita como anfitriã.</p>
<p><strong>7ª St. Andrews (1906)</strong></p>
<p>Foi construído e inaugurado em 1906, para substituir o Muntz Street, que já não tinha mais capacidade suficiente para receber os torcedores do Birmingham. Originalmente com 75 mil lugares, o St. Andrews hoje comporta até 30 mil fãs.</p>
<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, o estádio foi atingido por bombas e teve partes incendiadas. Mas na década de 1950 passou por reformas que recuperaram os danos. Ao longo de sua história, também foi palco de partidas importantes de campeonatos de Rugby e de lutas de boxe.</p>
<p><strong>8º Old Trafford (1910)</strong></p>
<p>Palco de vários jogos importantes ao longo de sua história, o estádio do Manchester United completou 100 anos no último dia 19 de fevereiro. Na realidade, a construção foi encerrada em 1909, mas o primeiro jogo só aconteceu no início do ano seguinte. E a data não traz grandes lembranças para os Red Devils. Na estreia do estádio, o time da casa foi derrotado pelo rival Liverpool por 4 a 3.</p>
<p>Com pouco mais de 76 mil lugares, é o segundo maior estádio da Inglaterra, atrás apenas de Wembley. Foi apelidado de Teatro dos Sonhos por um dos maiores jogadores da história do Manchester United, Bobby Charlton. Também recebeu jogos da Copa do Mundo, em 1966, da Euro, em 1996 e a final da Champions League, em 2003.</p>
<p><strong>9º- Victoria Ground (1878)</strong></p>
<p>O Victoria Ground foi construído em 1878, para sediar partidas do Stoke City. Durante 119 anos ininterruptos a equipe mandou seus jogos no estádio, que foi demolido em 1997. A partir de então, os jogos do Stoke são realizados no Britannia Stadium.</p>
<p>Tanto na estreia da arena, em março de 1878, quanto na partida final, em maio de 1997, o Stoke saiu vitorioso. Os adversários foram, respectivamente, Talke Rangers e West Bromwich Albion.</p>
<p><strong>10º - The Dell (1898)</strong></p>
<p>De 1898 até 2001, o estádio The Dell foi casa do Southampton. Logo na partida inaugural, no dia três de setembro, a equipe da casa bateu o Brighton United por 4 a 1. Quase trinta anos depois da construção, uma reforma para ampliação e modernização do estádio foi feita.</p>
<p>Pouco tempo depois, porém, um cigarro causou um incêndio que destruiu a ala leste. Já com capacidade para 30 mil pessoas, mas uma fase difícil para The Dell aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, quando uma bomba caiu no estádio e criou uma cratera gigante. O estádio ainda funcionou até 2001, quando foi demolido. Na última partida no The Dell, mais uma vitória do Southampton.</p>
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		<title>O FUNDO DO POÇO&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 21:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Levir Culpi]]></category>

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		<description><![CDATA[A sanha da atual diretoria do Atlético Paranaense em tentar desqualificar e difamar a administração anterior, comandada pelo ex-presidente Mário Celso Petraglia, parece não ter fim. Após entrevistas recheadas de acusações levianas e mentirosas, o atual comando rubro-negro agora abre espaço para o ex-treinador Levir Culpi usar o site oficial do clube para seu desagravo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="alignleft size-full wp-image-30993" title="levir1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/levir1.jpg" alt="levir1" width="320" height="240" />A sanha da atual diretoria do Atlético Paranaense em tentar desqualificar e difamar a administração anterior, comandada pelo ex-presidente Mário Celso Petraglia, parece não ter fim. Após entrevistas recheadas de acusações levianas e mentirosas, o atual comando rubro-negro agora abre espaço para o ex-treinador Levir Culpi usar o site oficial do clube para seu desagravo e agravo da gestão anterior.</p>
<p>Causa perplexidade e revolta a atitude dos atuais gestores, que permitem o uso de um veículo oficial do clube para ataques contra o dirigente que mais conquistou títulos para o CAP e o colocou entre os grandes do futebol brasileiro. Para economizar tostões, num acordo judicial com o ex-treinador, colocaram preço na dignidade e na história da instituição CAP, que agora é usada para a satisfação de vaidades pessoais.</p>
<p>Antes de qualquer tentativa de se justificar, ofendendo a história do CAP e a inteligência de sua torcida, Levir Culpi deve explicar algumas situações absurdas que o levaram a ser derrotado na disputa pelo título do Campeonato Brasileiro de 2004:</p>
<p>1 - A pressão que colocou sobre a diretoria do CAP, para a renovação de seu contrato por mais um ano, a valores absurdos, no dia de jogo decisivo para a conquista do bicampeonato brasileiro. Fato ocorrido no hotel da concentração rubro-negra em Erechim, poucas horas antes da partida contra o Grêmio, que terminou empatada em 3 a 3.</p>
<p>2 - Por que das substituições sem sentido, mudando o posicionamento da defesa ao trocar Marinho por Igor e Fabiano por Pingo, quando o jogo estava 3 a 0 para o CAP.</p>
<p>3 - Por que tirou Denis Marques, mandando o time para frente para ajudar Washington a ser artilheiro da competição.</p>
<p>4 - A falta de atitude na administração da divisão do elenco, que estava rachado entre o grupo dos &#8220;menudos&#8221;, formados pelos jovens oriundos das categorias de base (Dagoberto, Ivan, Fernandinho&#8230;), e os mais experientes (Marinho, Washington, Fabiano, Diego, Marcão&#8230;).</p>
<p>5 - Por que no jogo contra o Vasco da Gama, em São Januário, não quis que o time fizesse o aquecimento no gramado, &#8220;estourando&#8221; a porta do vestiário que havia sido trancada a mando de Eurico Miranda. Levir alegou que essa atitude poderia prejudicar sua imagem e manteve o grupo trancafiado em um vestiário pequeno e sujo, sem ventilação adequada e sob forte calor.</p>
<p>6 - Por que, na partida contra o Vasco, escalou o junior Raulen como lateral-direito e colocou David no lugar de Ivan, na esquerda. Um volante destro atuando improvisado na esquerda e um jovem jogador sem nenhuma experiência num jogo terrível e decisivo, numa formação até então nunca usada pela equipe na competição.</p>
<p>7 - Por que escalou Fernandinho como líbero, atrás da defesa, na última partida do campeonato, contra o Botafogo, segurando o time atrás num jogo em que precisava da vitória.</p>
<p>8 - A imagem do abraço que deu em Paulo Bonamigo, após o empate que salvou o Botafogo do rebaixamento, no meio do gramado da Arena, quando este diz claramente: &#8220;muito obrigado&#8221;. Levir havia sido o técnico que levou o Botafogo de volta à primeira divisão, no ano anterior.</p>
<p>9 - A relação de amizade e parentesco com o preparador físico Luiz Matter, que permaneceu no Botafogo após a saída de Levir, em 2003. Após a partida que livrou o clube carioca de novo rebaixamento, Levir e Matter vibraram juntos no campo da Arena.</p>
<p>10 - Sua ida ao escritório de Mário Celso Petraglia, dois anos depois, quando pediu ajuda para que conseguisse emprego, pois após os atos de 2004 o mercado havia fechado as portas para ele. Com a ajuda de Petraglia, Levir assumiu o Atlético Mineiro, quando foi novamente &#8220;Levice&#8221;.</p>
<p>Levir Culpi ofende com seu desagravo não ao ex-presidente, mas, à instituição Clube Atlético Paranaense. Atitude que, incrivelmente, recebe o apoio dos atuais diretores do clube. O Conselho Deliberativo do CAP compactua com tal atitude?</p>
<p>Nem mil desagravos desses enganarão a grande torcida atleticana, que sabe, viveu e sofreu muito com todas estas atitudes infames e os descalabros por ele praticados!!!</p>
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		<title>Lei antiviolência nasce apenas na teoria</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 06:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
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A lei  municipal que determina a identificação de torcedor para ter acesso aos  estádios de futebol de Curitiba não será aplicada na prática de  imediato. Os clubes tiveram 90 dias de adaptação antes da aplicação do  texto sancionado no dia 5 de janeiro pelo prefeito Beto Richa – mas o  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="psdotexto" style="font-size: 12px; line-height: 16px;">
<p>A lei  municipal que determina a identificação de torcedor para ter acesso aos  estádios de futebol de Curitiba não será aplicada na prática de  imediato. Os clubes tiveram 90 dias de adaptação antes da aplicação do  texto sancionado no dia 5 de janeiro pelo prefeito Beto Richa – mas o  prazo venceu e nada foi feito. A razão para o atraso é a indefinição de  quem serão os responsáveis pela fiscalização do sistema de segurança  exigido pela lei.</p>
<p>“Agora, dia 5 de abril, venceu o prazo legal para a norma entrar em  vigor. Por isso, vamos nos reunir com a Secretaria de Governo para saber  como e quem vai fiscalizar”, garantiu o vereador Tico Kuzma (PSB),  autor da lei ao lado de Roberto Aciolli (PV) e Juliano Borghetti (PP).</p>
<p>Em vigência desde 5 de abril, o cadastro do torcedor (com foto e RG)  deveria ser colhido no ato da compra do ingresso e valeria para estádios  com capacidade superior a 15 mil lugares de Curitiba.</p>
<p>Além disso, os clubes estariam obrigados a colocar câmeras em todos  os acessos do estádio. As imagens ficariam arquivadas por 30 dias,  conforme prevê a lei mu­­nicipal. A ideia é inspirada em um sistema  similar implantado pelo Internacional no Beira-Rio. Em 2007, quando  instalou os equipamentos, o clube gaúcho desembolsou R$ 150 mil.</p>
<p>São determinações que Cori­­tiba e Paraná alegam não terem condições  de cumprir. “Não há como fazer como está na lei. O Coritiba identifica  torcedores dentro dos conceitos que ele tem hoje. Quem fez a lei não  entende nada de futebol”, reclama o vice-presidente do Coritiba Vilson  Ribeiro de Andrade.</p>
<p>O Tricolor segue a mesma linha do rival. Para o advogado do clube,  Alessandro Kishino, não há detalhes de equipamentos a serem usados e a  condição financeira im­­pede investimento. “Tem de saber quais as  exigências. Qual o tipo de câmera que eu posso usar? Tem algum requisito  mínimo de equipamento? Quais os locais? Eu que escolho? Falta a parte  mais técnica dessa operação. Preciso de um decreto que regulamente essa  lei. Optamos por não fazer nada porque faltam essas informações. Não  podemos gastar dinheiro, que não temos, pois não sabemos se estaremos  adequados à exigência legal”, explica.</p>
<p>Já no Atlético a situação parece mais tranquila. Segundo a assessoria  de imprensa do Rubro-Negro, por conta própria, o clube já investiu no  sistema de identificação de torcedores. Hoje, esse sistema já cobre 95%  das pessoas que têm acesso à Arena. Porém, o clube também reclama e diz  não ter detalhes de como pôr em prática a lei de identificação.</p>
<p>De acordo com a nova lei, o descumprimento dela renderá advertência  por escrito ao clube. Em caso de reincidência, a associação estará  sujeita à multa (R$ 5 mil e de R$ 10 mil). Na hipótese de desobediência,  mesmo após a aplicação das penalidades, será cassado o alvará de  localização e funcionamento do estádio de futebol.</p>
<p>O vereador Tico Kuzma garante que as advertências e multas serão  aplicadas, mas admite esticar o prazo. “A gente vai pedir para que os  clubes já sejam notificados, que apresentem detalhes desse processo ou  como que está o andamento disso daí. De acordo com a resposta, pode ser  dado um prazo. Se o clube, por exemplo, apresenta um papel da ‘Torcida  Legal’ dizendo que projeto será implantado dentro de 60 dias, não há  motivo para você multar.”</p>
<p>Existe a promessa de que o programa “Torcida Legal”, do go­­verno  federal, citado por Kuzma, invista de R$ 1 a 3 milhões em controle de  acessos e monitoramento de imagens em 40 estádios brasileiros. Os clubes  de Curitiba seriam os primeiros atendidos pelo projeto por causa dos  incidentes de 6 de dezembro do ano passado no Couto Pereira. No entanto,  não há previsão de quando o projeto será posto em prática.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Mais uma falácia III - Arena para a Copa de 2006</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/mais-uma-falacia-iii-arena-para-a-copa-de-2006/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 19:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Arena da Baixada]]></category>

		<category><![CDATA[atlético]]></category>

		<category><![CDATA[Copa 2006]]></category>

		<category><![CDATA[Marcos Malucelli]]></category>

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		<description><![CDATA[O caderno de encargos da FIFA para estádios de futebol foi sempre a referência para o planejamento e construção da Arena da Baixada. Os fatos mais uma vez desmentem o presidente do Atlético Paranaense, Marcos Malucelli.
Em entrevista coletiva, o dirigente atleticano chamou de &#8220;balela&#8221; a afirmação de que o estádio foi projetado e construído com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="alignleft size-full wp-image-30463" title="falacia-iii" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/falacia-iii.jpg" alt="falacia-iii" width="320" height="240" />O caderno de encargos da FIFA para estádios de futebol foi sempre a referência para o planejamento e construção da Arena da Baixada. Os fatos mais uma vez desmentem o presidente do Atlético Paranaense, Marcos Malucelli.</p>
<p>Em entrevista coletiva, o dirigente atleticano chamou de &#8220;balela&#8221; a afirmação de que o estádio foi projetado e construído com vistas à Copa do Mundo de 2006, a qual o Brasil pleiteava ser indicado no ano 2000. O país, porém, desistiu da disputa, pelo momento político e econômico que atravessava no final do século passado.</p>
<p>Na entrevista do dia 23 de fevereiro de 2010, na sala de imprensa da Arena, o atual presidente do CAP afirmou: &#8220;Nem pensávamos em Copa do Mundo de 2006. Nem em cadernos de encargos da FIFA. O estádio foi planejado para ser um estádio. Não para atender o caderno de encargos da FIFA. E por isso ficou defasado? Não. Ficou defasado porque fica defasado de acordo com o tempo. Na medida de qualquer alteração que a FIFA faça no caderno de encargos vai mudar e defasar o estádio. O Dr. Ênio participou de reuniões com o arquiteto em São Paulo e em momento nenhum foi dito: temos que fazer o estádio para adaptar às exigências da FIFA, porque em 2006 vamos ter Copa no Brasil e Curitiba vai ser uma das sub-sedes e a Arena vai ser o estádio. Não. Isso nunca existiu. Isso é estória. Isso é balela. E eu vejo repetido ai a toda hora&#8221;.</p>
<p>A verdadeira &#8220;balela&#8221;, porém, é a própria exclamação de Malucelli, que mostra total desconhecimento do projeto atleticano e revela o quanto esteve distante dos planos e decisões que levaram à edificação do estádio. O arquiteto de São Paulo ao qual o dirigente se refere é o Dr. Julio Neves, autor do projeto conceptivo e arquitetônico inicial da Arena. Ao contrário do que diz Malucelli, o atual vice-presidente do CAP, Ênio Fornea, não participou do planejamento e muito menos esteve em reunião em São Paulo. Quem esteve sempre à frente foi o ex-presidente Mário Celso Petraglia.</p>
<p>Antes da construção da Arena, Petraglia visitou, em 1997,com engenheiros e arquitetos, vários estádios ao redor do mundo, para conhecer os novos conceitos e tecnologias aplicados. Conheceu inclusive o Stad de France, em Saint-Denis, que seria sede da abertura e da final da Copa do Mundo de 1998 e que estava em fase final de acabamento. A comitiva rubro-negra também passou pela Amsterdã Arena, a Arena do Bayer Leverkusen, e outras reformadas para os jogos da Copa. Aquela ainda é o maior &#8220;case&#8221; de sucesso de uma arena multiuso no mundo, e esta, recém-revitalizada e modernizada, inclusive com a mudança da cobertura.<em></em></p>
<p>Quando Petraglia retornou ao Brasil, o clube passou à elaboração dos projetos executivos e construtivos, junto aos técnicos que acompanharam Petraglia na viagem. Foi internamente que o CAP desenvolveu todos os estudos e adaptações necessários para adequar o estádio às exigências do caderno de encargos da FIFA. O que o CAP contratou do escritório do arquiteto Julio Neves foi somente o projeto conceptivo e arquitetônico. A Arena foi concebida, projetada e construída com base na intenção e na oportunidade de ser sede dos jogos da Copa do Mundo de 2006, que o Brasil pretendia sediar.</p>
<p><em>Clique </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/encargos%20fifa%201995.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> <em>e confira o caderno de encargos da FIFA editado em 1995, que serviria como base para a construção dos novos e revitalização dos estádios brasileiros pra a Copa de 2006.</em></p>
<p>A Arena da Baixada chegou a ser inspecionada e aprovada pela comitiva da FIFA que veio ao Brasil para inspecionar e analisar os estádios existentes, em janeiro de 2000. Confira as matérias publicadas pela imprensa na época:</p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_30422" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-30422" title="je1a" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/je1a.jpg" alt="Capa do Jornal do Estado de 17 de janeiro de 2000." width="320" height="399" /><p class="wp-caption-text">Capa do Jornal do Estado de 17 de janeiro de 2000.</p></div>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/baixada-na-mira-de-2006/" target="_blank"><strong>Baixada na mira de 2006</strong></a><br />
<a href="http://www.cap4ever.com.br/estadio-do-atletico-e-inspecionado-pela-fifa/" target="_blank"><strong>Estádio do Atlético é inspecionado pela FIFA</strong></a><br />
<a href="http://www.cap4ever.com.br/comissao-da-fifa-elogia-a-baixada/" target="_blank"><strong>Comissão da FIFA elogia a Baixada</strong></a></p>
<p>Antes mesmo da visita dos inspetores, o jornal <em>O Estado do Paraná</em> já afirmava: <em>&#8220;</em>No que depender do Atlético, a Copa do Mundo de 2006 já está garantida para o Brasil&#8221;.</p>
<p>Segundo a <em>Gazeta do Povo</em>, <em>&#8220;</em>pelo que se pode depreender da conversa dos membros da comissão de vistoria da FIFA com os membros da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e Federação Paranaense, ontem, as condições da Arena da Baixada, do Clube Atlético Paranaense, são plenamente satisfatórias&#8221;.</p>
<p>Mas o sonho brasileiro voltar a ser sede de uma Copa do Mundo foi adiado. O país retirou sua candidatura em apoio à África do Sul. O país escolhido, porém, foi a Alemanha. A África receberá sua Copa em 2010 e o Brasil ficou com o Mundial de 2014.</p>
<p>Porém, o trabalho necessário para o planejamento e construção da Arena não foi em vão. Afinal, o estádio rubro-negro foi o grande diferencial e o fator determinante para que Curitiba fosse confirmada como uma das 12 sedes do mundial do Brasil, em maio de 2009.</p>
<p>Cerca de três meses antes, em fevereiro, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, esteve em Curitiba, ao lado dos inspetores da Fifa, na visita que selou a escolha de Curitiba. Estavam presentes o vice-governador do Paraná, Orlando Pessuti; o prefeito de Curitiba, Beto Richa, e outras autoridades do estado e do município, além de Petraglia.</p>
<p>À noite, quando do jantar oferecido a Comitiva do Comitê Organizador Local (COL) e para os membros e diretores da FIFA, Ricardo Teixeira novamente contou a história toda, com detalhes e aspectos políticos, das dificuldades e das razões porque o Brasil desistiu, no início do ano 2000, da candidatura dos jogos da Copa do Mundo de 2006. A história, aliás, foi contada a pedido do presidente Mário Celso Petraglia.</p>
<p>Também estavam presentes à mesa o vice-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci; o presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury; o vereador e presidente da comissão da Copa na Câmara Municipal de Curitiba, Mário Celso Cunha, e o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Rafael Iatauro, que ouviram atentamente a explanação e podem confirmar toda a história.</p>
<div id="attachment_30426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-30426" title="jantar2" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/04/jantar2.jpg" alt="Mário Celso Cunha, Beto Richa, Mário Celso Petraglia, Luciano Ducci, Orlando Pessuti, Ricardo Teixeira e Hélio Cury." width="400" height="282" /><p class="wp-caption-text">Mário Celso Cunha, Beto Richa, Mário Celso Petraglia, Luciano Ducci, Orlando Pessuti, Ricardo Teixeira e Hélio Cury.</p></div>
<p>Em 2007, após a Copa realizada na Alemanha, a FIFA elaborou um novo caderno de encargos. As exigências para acomodação de equipes, torcedores e imprensa , baseadas no binômio conforto e segurança, aumentaram significativamente, deixando o projeto original da Arena defasado. Por isso, o CAP contratou, junto ao arquiteto Carlos Arcos, um novo estudo, já adequando o estádio plenamente às novas recomendações. Esse foi o projeto apresentado à FIFA e aprovado para receber os jogos do Mundial de 2014.<strong></strong></p>
<p>Durante a realização das propostas de candidaturas das cidades para sedes da Copa, em 2008, a FIFA fez novas exigências para o Brasil, já baseando-se na experiência da Copa da África do Sul, que será realizada em junho deste ano.</p>
<p><em>Clique </em><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/downloads/cadernos%20de%20encargo%20da%20fifa.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> <em>e conheça o novo caderno de encargos da Fifa, editado em 2007, que serve de base para os estádios da Copa do Mundo de 2014, que será jogada no Brasil.</em></p>
<p>O trecho da entrevista coletiva em que Malucelli demonstra seu desconhecimento sobre a história, o planejamento e os projetos do CAP foi excluído da versão &#8220;na íntegra&#8221; apresentada pelo site oficial do clube. A entrevista completa foi publicada pelo <strong>CAP4ever.</strong></p>
<p>Ficam claras também as intenções de Malucelli. Além de nada construir, nada saber, nada contribuir, procura de forma mesquinha destruir o trabalho e as realizações da administração anterior, hoje fator de muito orgulho a todos nós, atleticanos!</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/confira-na-integra-a-entrevista-de-marcos-malucelli/" target="_blank"><strong>Confira, na íntegra, a entrevista de Marcos Malucelli</strong></a></p>
<p><strong>&gt;Leia mais</strong></p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/heranca-maldita-mais-uma-falacia/" target="_blank"><strong>Herança maldita: mais uma falácia</strong></a><br />
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</div>]]></content:encoded>
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