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	<title>CAP4EVER &#187; História</title>
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	<description>CAP4EVER</description>
	<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 20:14:04 +0000</pubDate>
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		<title>Atlético tem pior início no estadual em 23 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[atlético]]></category>

		<category><![CDATA[Campeonato Paranaense]]></category>

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		<description><![CDATA[Furacão sou apenas 5 pontos em 4 rodadas, na pior largada desde 1987.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_25216" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-25216" title="arquivo17255" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/01/arquivo17255.jpg" alt="Atlético só conseguiu uma vitória em quatro jogos do Paranaense 2010." width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Atlético só conseguiu uma vitória em quatro jogos do Paranaense 2010.</p></div>
<p>A largada do Atlético no Campeonato Paranaense é a pior dos últimos 23 anos. Desde 1987 o Furacão não começava tão mal a disputa local.</p>
<p>Na atual edição do estadual, o Rubro-Negro soma apenas cinco pontos em quatro rodadas. O time da Baixada empatou com Toledo (1 a 1) e Cascavel (0 a 0), foi derrotado pelo Operário (1 a 2) e só conseguiu passar pelo Serrano (8 a 0).</p>
<p>Em 1987, a campanha inicial foi ainda pior. O Atlético foi derrotado por Pinheiros (1 a 2), Cascavel (0 a 2) e Londrina (1 a 2), e conquistou uma vitória sobre a Platinense (2 a 0), somando apenas três pontos nas primeiras quatro rodadas.</p>
<p>Naquele ano, o Furacão se recuperou e brigou pelo título, terminando em segundo lugar. O campeão foi o Pinheiros.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Goleada sobre o Serrano entra para a história</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[atlético]]></category>

		<category><![CDATA[paranaense]]></category>

		<category><![CDATA[Serrano]]></category>

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		<description><![CDATA[Vitória de 8 a 0 está na lista dos maiores massacres na Arena. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="alignleft size-full wp-image-24869" title="netinho1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/01/netinho1.jpg" alt="netinho1" width="320" height="240" />A vitória de 8 a 0 sobre o Serrano, no último sábado, entrou para a história como uma das maiores goleadas do Atlético Paranaense na Arena da Baixada. O placar repete outros 8 a 0, contra o Iguaçu, pelo Campeonato Paranaense de 2007.</p>
<p>Há três anos, o Furacão massacrou o Iguaçu com gols de Denis Marques, Ferreira, Alex, Pedro Oldoni e Alex Mineiro, que marcou quatro vezes.  Curiosamente, o Rubro-Negro voltou a marcar oito gols contra o Iguaçu em 2008. A goleada de 8 a 1, em União da Vitória, marcou a quebra do recorde de vitórias consecutivas no campeonato paranaense, que pertencia ao Furacão de 1949.</p>
<p>No último sábado, o resultado histórico contou com participação fundamental de atletas revelados no CT do Caju. Alan Bahia (2), Márcio Azevedo, Bruno Mineiro (2), Netinho, Marcelo e Bruno Furlan marcaram para o Furacão.</p>
<p>Clique <a href="http://www.cap4ever.com.br/gols-atleticopr-8-x-0-serrano/" target="_blank">aqui</a> para rever os gols.</p>
<p><strong>Confira as maiores goleadas do Furacão na Arena:<br />
</strong><br />
Atlético 8 x 0 Iguaçu - 11/3/2007<br />
Atlético 8 x 0 Serrano - 23/1/2010<br />
Atlético 7 x 2 Vasco - 27/7/2005<br />
Atlético 6 x 0 Goiás - 13/7/2004<br />
Atlético 6 x 1 Paraná - 30/5/2002<br />
Atlético 6 x 1 Criciúma - 14/11/2004<br />
Atlético 6 x 3 Bahia - 7/11/2001<br />
Atlético 6 x 4 Vasco - 27/7/2006<br />
Atlético 5 x 0 Rio Branco - 18/3/2001<br />
Atlético 5 x 0 Atlético-MG - 2/10/2004<br />
Atlético 5 x 0 Londrina - 16/3/2005<br />
Atlético 5 x 0 Rio Branco - 8/4/2007<br />
Atlético 5 x 0 Goiás - 8/6/2008<br />
Atlético 5 x 0 Ipatinga - 16/8/2008</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ídolo de 1949 visita o CT</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 15:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ANGELIN JUNIOR</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1949]]></category>

		<category><![CDATA[CT]]></category>

		<category><![CDATA[Galalau]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogadores receberam a visita do zagueiro Galalau, do lendário Furacão de 49

O zagueiro Waldomiro Galalau, que integrava o lendário grupo atleticano de 1949, que deu origem ao apelido Furacão, visitou o CT do Caju nesta quinta-feira. O jogador que esteve presente na homenagem feita ao Furacão de 49, no Paranaense de 2008, sempre que pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>Jogadores receberam a visita do zagueiro Galalau, do lendário Furacão de 49</em><br />
<img class="size-full wp-image-23577 alignleft" title="galalau" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/01/galalau.jpg" alt="galalau" width="233" height="146" /></p>
<p>O zagueiro Waldomiro Galalau, que integrava o lendário grupo atleticano de 1949, que deu origem ao apelido Furacão, visitou o CT do Caju nesta quinta-feira. O jogador que esteve presente na homenagem feita ao Furacão de 49, no Paranaense de 2008, sempre que pode faz questão de comparecer ao CT rubro-negro.</p>
<p>O ex-jogador que não perde um jogo do Atlético revelou a paixão que tem pelo Clube e também a admiração pelo Centro de Treinamentos atleticano. &#8220;O Clube para mim é muito importante, porque joguei 12 anos aqui. E acho que não tem um CT melhor que o nosso. Pelo menos eu nunca vi. Na minha época não tinha nada disso. Hoje é muito bonito e tem tudo para os jogadores&#8221;, ressaltou Galalau.</p>
<p align="justify">Além de conversar bastante com alguns atletas da equipe, Waldomiro Galalau aproveitou para ver o treino coletivo comandado pelo técnico Antônio Lopes. </p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eles jogaram na seleção</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 13:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ANGELIN JUNIOR</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos e Reportagens]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Felipão]]></category>

		<category><![CDATA[Kleberson]]></category>

		<category><![CDATA[Seleção]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso você não acredite como Afonso Alves, Leomar e Doriva chegaram à Seleção Brasileira, não se incomode, pois você não está sozinho. O site Goal.com fez sua lista dos dez jogadores que vestiram a camisa amarela em pelo menos 20 oportunidades sem terem qualidade para tal feito.
Há alguns nomes polêmicos, como Serginho Chulapa, Vampeta e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Caso você não acredite como Afonso Alves, Leomar e Doriva chegaram à Seleção Brasileira, não se incomode, pois você não está sozinho. O site Goal.com fez sua lista dos dez jogadores que vestiram a camisa amarela em pelo menos 20 oportunidades sem terem qualidade para tal feito.</p>
<p>Há alguns nomes polêmicos, como Serginho Chulapa, Vampeta e Ricardinho, que para muitos mereceram suas convocações. Confira o &#8220;Top 10 - Como eles conseguiram jogar tantas vezes pelo Brasil?&#8221;. Você concorda com a lista?</p>
<p><strong>10) Amaral - 31 jogos</strong></p>
<p>O volante sem muitos recursos teve boa fase no Palmeiras e no Corinthians, na década de 1990, o que lhe rendeu muitas convocações, inclusive para as Olimpíadas de Atlanta-96.</p>
<p><strong>9) Edilson - 25 jogos</strong></p>
<p>O &#8216;Capetinha&#8217; teve sua melhor fase com Felipão, no grupo que venceu a Copa do Mundo de 2002. Teve mais chance de mostrar seu futebol nas Eliminatórias do que na Copa.</p>
<p><strong>8) Kleberson - 31 jogos</strong></p>
<p>Apareceu como grande revelação no Atlético-PR em 2001 e ganhou uma chance de Felipão no ano seguinte. Aproveitou e ganhou a vaga de titular no time campeão do mundo em 2002.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-23389" title="xaropinho" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2010/01/xaropinho.jpg" alt="xaropinho" width="615" height="375" /></p>
<p><strong>7) Sávio - 44 jogos</strong></p>
<p>O atacante passou pelas categorias de base da Seleção antes de virar profissional. Foi convocado de 1994 a 2000, ano em que jogava no Real Madrid.</p>
<p><strong>6) Ricardinho - 23 jogos</strong></p>
<p>No Brasil, foi incontestável sua convocação para a Copa de 2002. Na Inglaterra, nem chegou a entrar em campo , o que pode ter contribuído para aparecer na lista do site inglês.</p>
<p><strong>5) Doriva - 35 jogos</strong></p>
<p>Depois de aparecer no São Paulo, o volante teve uma boa fase no Atlético-MG, onde ficou de 1995 a 1997. Ele foi convocado até 1998, quando já atuava no Porto. Esteve na Copa de 1998, com Zagallo.</p>
<p><strong>4) Zé Maria - 43 jogos</strong></p>
<p>Revelado na Portuguesa, o lateral-direito foi convocado várias vezes entre 1996 e 1997, quando já atuava por Flamengo, Palmeiras e Parma, da Itália. Voltou a ser convocado na Copa das Confederações de 2001, quando jogava pelo Perugia. </p>
<p><strong>3) Roque Junior - 48 jogos</strong></p>
<p>O zagueiro teve seu auge na Copa de 2002, quando virou homem de confiança de Felipão. Após o título, continuou sendo convocado, mesmo não tendo tanto sucesso no Milan. Não é convocado desde 2005.</p>
<p><strong>2) Vampeta - 39 jogos</strong></p>
<p>O volante de frases polêmicas foi convocado muitas vezes entre 1999 e 2002, tendo participado do título mundial na Ásia. Sem ter feito sucesso no futebol europeu, influenciou para seu segundo lugar na lista inglesa.</p>
<p><strong>1) Serginho Chulapa - 20 jogos</strong></p>
<p>Talvez seja o nome mais polêmico da lista, pois a média de gols do centroavante no São Paulo, clube pelo qual atuou de 1973 a 1983, e no Santos, em 1984 e 1985, era excelente. Fez parte do grupo que foi à Copa de 1982. Por não ter sido tão técnico, foi ironizado pelo ex-jogador inglês Bobby Charlton como se fosse um jogador amador.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O massacre dos atleticanos</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/o-massacre-dos-atleticanos/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 22:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Vinicius Lobo Pacheco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Ano novo]]></category>

		<category><![CDATA[década]]></category>

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		<description><![CDATA[Em poucas horas inicia-se o último ano  da  decada de 2000. Uma década que será rubro-negra sem dúvida. 

O Paraná é atleticano. Massacrar o adversário deve ser na bola e não no braço. Indiscutivelmente a década foi atleticana em terras araucarianas. Seja tomando o início da década por 2000 ou 2001. A história do projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Em poucas horas inicia-se o último ano  da  decada de 2000. <span style="color: #000000;">Uma década que será rubro-negra sem dúvida. </span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Paraná é atleticano. Massacrar o adversário deve ser na bola e não no braço.</strong> Indiscutivelmente a década foi <strong><span style="color: #ff0000;">atleticana em terras araucarianas</span></strong>. Seja tomando o início da década por 2000 ou 2001. A história do projeto inciado em 1995 vingou:</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período os atleticanos conquistaram:</p>
<p style="text-align: justify;">
<ol style="text-align: justify;">
<li>Um Campeonato brasileiro (2001) ;</li>
<li>Um vice campeonato brasileiro (2004);</li>
<li style="text-align: justify;">Um vice-Libertadores (2005);</li>
<li>Disputamos 03 Libertadores (2000, 2001 e 2005);</li>
<li>Conquistamos 05 campeonatos estaduais (2000, 2001, 2002,2005 e 2009 );</li>
<li>Levamos a Copa Sesquicentenário do Paraná (2003);</li>
<li>Não sofremos nenhum rebaixamento se mantendo sempre na elite;</li>
<li>Fizemos o único paranaense penta-campeão mundial vestindo camisa de time paranaense (Kléberson);</li>
<li>Entramos na capsula do tempo do New York Times/Museu Americano de História Natural ;</li>
<li>O esforço dos atleticanos trouxe a Copa 2014 para Curitiba;</li>
<li>Fomos o primeiro clube brasileiro a praticar o <em>naming rights</em>;</li>
<li>Fizemos a maior transação financeira do futebol paranaense (Lucas por U$ 21 milhões) segunda maior da história do futebol brasileio; lembrando que em 1997 tambem tivemos a maior venda para o mercado interno, de clube para clube brasileiro Óseas no valor de Us$7mm)</li>
<li>Tivemos nossa administração elogiada e referendada pela CPI do futebol;</li>
<li>Fizemos a maior goleada de um clube paranaense no campeonato brasileiro (7X2 no Vasco);</li>
<li>Derrotamos o River Plate em pleno monumental de Nunez;</li>
<li>Um estudo publicado pela empresa de consultoria financeira <a href="http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/12/04/ult59u203003.jhtm">Crowe Horwath RCS </a>mostra que o Atlético-PR está entre os cinco maiores exportadores de jogadores do futebol brasileiro, entre os anos de 2003 e 2008. Neste período, o clube paranaense arrecadou cerca de 48 milhões de euros (R$ 126 mi) com negociações de atletas para o exterior.</li>
</ol>
<p>Compramos o resto terreno ao lado da arena, sonho antigo dos atleticanos, &#8220;o terreno do exercito&#8221;,<br />
Recebemos a seleção brasileira para a pre temporada para a Copa de 2002, depois Penta Campeã do Mundo,<br />
Transformamos o CT do Caju num dos melhores centro de treinamento do mundo,<br />
Fizemos parcerias com o FC Dallas,<br />
Ganhamos nos 10 anos seguidos o prêmio de Top of mind de clube de futebol,<br />
Fomos pela primeira vez na ns historia TRI Campeões estadual,<br />
Batemos o recorde depois de 50 anos no numero de partidas com vitórias seguida,uma a + que o Furacão de 1949,<br />
Chegamos a totalidade da capacidade da Arena de sócios torcedor,<br />
Aprovamos o projeto da Arena para os jogos da Copa de 2014,<br />
Fomos aceito no Clube dos 13 entre os maiores clubes brasileiros,<br />
Fomos o exemplo de modernidade de estádio para o Brasil e as Américas,<br />
Visitados pelos maiores clubes do mundo pelo projeto de transformação do clube em 10 anos,<br />
Referência como case de sucesso em todos os seminários, estudos, livros e publicação no mundo,<br />
Referência em todos os veículos especializados (capa) com o caso de recuperação do &#8220;coração valente&#8221;,<br />
Abrimos o mercado para nossa marca e jogadores nos 5 continentes,<br />
Nos tornamos &#8220;El Paranaense&#8221; conhecido em todas as Américas,</p>
<p>Fomos o primeiro clube Brasileiro a ter um jogador dos Emirados Arabes - Kamali</p>
<p>O primeiro clube a contratar um técnico europeu, campeão do mundo pela Alemanha - Lothar Matheus</p>
<div><span style="font-family: Arial;">O primeiro estádio adequado e a cumprir integralmente o Estatuto do Torcedor, com 100 % com cadeiras<br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"><br />
Propagação da marca Atlético Paranaense, através das escolas de Futebol, tendo sedes em diversos bairros de Curitiba e Região Metropolitana, como também em diversas cidades do Interior do Paraná, outros estados (MS, MG, RJ, SC e SP) e inclusive em outros Países - China (Qing Dao), PRIMEIRO CLUBE BRASILEIRO A POSSUIR UMA ESCOLA DE FUTEBOL NA CHINA.</span></div>
<p>Diversos Títulos Internacionais das Categorias de Base entre eles: Dallas Cup - USA (2004,2005) Sub-19; Saprissa - Costa Rica (2006) Sub- 19; Torneio de Oberndorf - Holanda (2008) - Sub-19; Doetinchem - Alemanha (2008) Sub-19.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div><span style="font-family: Arial;"><br />
Bi-Campeão da Copa Belo Horizonte de Juniores em  2006 (anteriormente foi campeão da taça em 1996) - Segundo Torneio de maior repercussão a nível nacional, somente perdendo para Copa São Paulo de Juniores (Copinha);</span>Campeão Paranaense de Juniores (2001,2004,2005 e 2006);</div>
<p>Copa Tribuna de Juniores (2001,2002, 2008 e 2009);</p>
<p style="text-align: justify;">Copa Sul-Sudeste - Sub-19 (2001).</p>
<p>Bi-Campeão Brasileiro na Categoria Sub-15 (2004,2007);</p>
<p>Campeão da Copa Umbro: Sub-15 (2004) e Sub-17 (2001);</p>
<p>Copa Oswaldo Magalhães - Sub-17 (2000);</p>
<p>Copa Governador de Santa Catarina - Sub-17 (2003);</p>
<p>Campeonato Metropolitano - Sub-17  (2002, 2003 e 2006);</p>
<p>Campeonato Paranaense Sub-17 (2004,2006 e 2007);</p>
<p>Campeonato Paranaense Sub-15 (2005);</p>
<p>Campeonato Metropolitano Sub-15 (2003, 2006 e 2007);</p>
<p style="text-align: justify;">Através das Parcerias (CAPA, PSTC entre outras), do próprio CT do Caju, Investimentos, uma equipe de &#8220;olheiros&#8221; espalhada pelo Brasil e do fortalecimento das categorias de Base,  cerca de 40 atletas do nosso Atlético Paranaense, vestiram a camisa &#8220;Canarinho&#8221;  de nossa Seleção Brasileira, entre eles podemos destacar:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Principal:</strong> Alessandro, Kleberson (Penta-Campeão pela Seleção em 2002 ), Illan, Adriano e Fernandinho.</p>
<div><strong>Categorias de Base:<br />
</strong></div>
<p><strong>Sub-23:</strong> Lucas, Adriano, Dagoberto, Pedro Oldoni, Rodolpho e Nei;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sub-20:</strong> Dione, Dagoberto, Jean, André Luiz, Fernandinho, Dennys, Evandro, Jean Carlos, Vinicius, Chico, Edimar, Roberto, Ticão, Raul, Renan, Gabriel Pimba, Alex Sandro;</p>
<p><strong>Sub-19</strong>: Gabriel Pimba e Douglas Maia;</p>
<p><strong>Sub-18:</strong>  Sammir, João Carlos, Alex Sandro, Fernandinho e Renan;</p>
<p><strong>Sub-17:</strong> Dione, Evandro, Fernandinho, Ricardinho, Lambari, João Carlos, Sammir, Gerônimo, Raul, Douglas Catita, Choco, Marcelo, Guilherme Batata;</p>
<p><strong>Sub-16:</strong> Ricardinho, Gerônimo, Lambari, Guilherme Batata, Marcelo;</p>
<p><strong>Sub-15:</strong> Fernando, Bruno, Carlos Augusto, Raul, Choco, Guilherme, Felipe D&#8217;Agostin;</p>
<p><strong>Sub-14:</strong> Felipe D&#8217;Agostin e Guilherme Batata.</p>
<p>(complemente vc leitor)</p>
<p style="text-align: justify;">
<ol style="text-align: justify;">
<li><span style="color: #ff0000;">
<div id="attachment_23087" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-23087" title="ano-novo1" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/ano-novo1.jpg" alt="Feliz ano novo família cap4ever" width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Feliz ano novo família cap4ever</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></li>
</ol>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CAP relembra conquista do Brasileirão de 2001</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/cap-relembra-conquista-do-brasileirao-de-2001/</link>
		<comments>http://www.cap4ever.com.br/cap-relembra-conquista-do-brasileirao-de-2001/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 12:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CAP4ever</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<category><![CDATA[Brasileirão 2001]]></category>

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		<description><![CDATA[23 de dezembro é uma data importante e de muita comemoração para qualquer rubro-negro. Afinal de contas, neste dia, há exatos oito anos, o Atlético conquistava o seu primeiro e único título de Campeão Brasileiro da Série A.
O jogo decisivo foi disputado no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. E, naquela ocasião, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_22638" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/campeao-2001-o-melhor.jpg"><img class="size-full wp-image-22638" title="campeao-2001-o-melhor" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/campeao-2001-o-melhor.jpg" alt="foto: Paraná Online" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">foto: Paraná Online</p></div>
<p>23 de dezembro é uma data importante e de muita comemoração para qualquer rubro-negro. Afinal de contas, neste dia, há exatos oito anos, o Atlético conquistava o seu primeiro e único título de Campeão Brasileiro da Série A.</p>
<p>O jogo decisivo foi disputado no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. E, naquela ocasião, o Brasil teve que reverenciar a força do Furacão, que venceu o Azulão por 1 a 0, após ter derrotado o mesmo adversário no jogo de ida na Arena da Baixada (4 a 2). O Campeonato Brasileiro de 2001 foi decidido no estilo mata-mata, bem diferente da fórmula por pontos corridos que vigora atualmente.</p>
<p>A campanha rubro-negra foi ótima. Em 31 jogos foram 19 vitórias, sendo 12 em casa e sete fora. Também conquistou seis empates e seis derrotas. E o Caldeirão fez a diferença. Na Arena, o time perdeu apenas uma vez em todo o Brasileirão.</p>
<p><strong>Heróis</strong></p>
<p>Uma das principais figuras daquele elenco foi Alex Mineiro, jogador que surpreendeu com sua performance e gols decisivos na reta final da competição. Ele voltou ao Atlético para a temporada de 2009, depois de se consagrar no Palmeiras (2008), mas não conseguiu repetir as grandes atuações que marcaram a mente dos torcedores rubro-negros.</p>
<p>Em 2010, o atacante terá mais uma oportunidade de consolidar a imagem de ídolo e de artilheiro.  Bem diferente da má fase vivida por Alex está Kleberson. Campeão brasileiro pelo Atlético em 2001, o “Xaropinho” tornou-se bi nesta temporada com a camisa do Flamengo.</p>
<p>Outra peça fundamental naquela conquista foi Kleber Pereira, companheiro de ataque de Alex Mineiro. Atualmente o “Incendiário da Baixada” está sem clube e é pretendido pelo Cruzeiro, após uma fase destacada no Santos onde tornou-se o maior goleador do clube em campeonatos brasileiros.</p>
<p>O ala-direita Alessandro viveu a melhor fase da carreira no Furacão, chegando a vestir a camisa da Seleção Brasileira. Atualmente defende o Botafogo (RJ), mas tem forte ligação com o clube paranaense, principalmente devido à esposa que é curitibana.</p>
<p>Com o término do Brasileirão 2009, Alessandro voltou ao CT do Caju onde está realizando tratamento médico no Cecap. O ala-esquerdo era o jovem Fabiano, que atua na Itália há vários anos.</p>
<p>O capitão daquele Atlético campeão brasileiro foi o zagueiro Nem, que em 2010 defenderá o Rio Branco de Paranaguá, retornando ao futebol profissional após uma rápida passagem pelo amador de Curitiba. Os demais defensores do sistema 3-5-2 eram Gustavo e Rogério Corrêa, que andam meio sumidos.</p>
<p>A última equipe defendida por Gustavo foi o Boa Vista(RJ) e Rogério esteve no Joinville(SC). O reserva imediato, Igor, ganhou experiência e tornou-se um dos principais jogadores do Sport(PE).</p>
<p>Inclusive disputou a Libertadores no 1.º semestre deste ano, mas terminou a temporada caindo à Série B. O guerreiro Cocito rodou por vários clubes e em 2009 defendeu o Vila Nova de Goiás, na Série B.</p>
<p>O incansável Adriano Gabiru viu sua carreira virar uma montanha-russa. Após o título brasileiro, ele foi jogar na França e voltou ao Brasil. Atuou por diversas equipes, mas nunca se firmou.</p>
<p>Porém entrou na história de outro clube nacional ao marcar o gol do título mundial do Internacional(RS) diante do Barcelona, da Espanha, em 2006. Depois caiu no ostracismo e nesta última temporada participou do elenco do Guarani que retornou à elite do futebol nacional.</p>
<p>O meia Souza, que dava o toque de classe ao Rubro-Negro, defende o América(RN) e tornou-se ídolo por lá também. Inclusive, no final desta temporada, ocorreu em Natal, capital de Rio Grande do Norte, uma partida beneficente envolvendo os dois atleticanos de diferentes gerações: Amigos de Souza x Amigos de Wallyson. Ao final deste jogo Souza foi homenageado pelo amigo mais novo com uma flâmula alusiva ao título de campeão brasileiro pelo Furacão.</p>
<p>E para encerrar a escalação dos principais jogadores da equipe de 2001, aquele que foi a muralha rubro-negra impedindo gols adversários com sua técnica e agilidade.</p>
<p>O goleiro Flávio, que fez história no Atlético, acabou de renovar contrato com o América(MG) até o final de 2010. O camisa 1 ajudou o time mineiro a vencer a Série C e disputará novamente a Série B.</p>
<p><strong>Comissão</strong></p>
<p>O técnico Geninho, eterno ídolo do Atlético ao comandar o elenco em 2001, não conseguiu salvar o Náutico(PE) da zona do rebaixamento em 2009 e caiu para a 2.ª Divisão. Já o preparador físico Riva Carli e o massagista Bolinha estão no Furacão, com presença garantida para a temporada 2010.</p>
<p>Quanto aos mandatários influentes da época, os ex-presidentes Marcus Coelho, Ademir Adur e Mário Celso Petraglia são atualmente ilustres torcedores do Rubro-Negro da Baixada.</p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/atle1231209.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22634" title="atle1231209" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/atle1231209.jpg" alt="atle1231209" width="495" height="935" /></a></p>
<p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/atle2231209.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22635" title="atle2231209" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/12/atle2231209.jpg" alt="atle2231209" width="495" height="721" /></a></p>
<p>Confira os videos da conquista:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/f8VZEZpm5Y4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/f8VZEZpm5Y4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0QAg9JaqJ04&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0QAg9JaqJ04&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/v4p4JbiJzmA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/v4p4JbiJzmA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;O Atletiba dos 4 a 3&#8243; por Valério Hoerner</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 20:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valério Hoerner Junior</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1971]]></category>

		<category><![CDATA[Alto da Glória]]></category>

		<category><![CDATA[atletiba]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[ecuperados do choque, jogadores e torcida, logo a seguir, aos 27', o mesmo Nilson passa por Hermes e empata o jogo, vendo-se coroado pelo insucesso do pênalti. O juiz, porém, anula o gol. Discutível a decisão do árbitro. Confusão em campo. Mas a sentença foi mantida. Os atleticanos acham até hoje que o juiz errou. Os "coxas" continuam achando o contrário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>E o Atletiba de 14 de março de 1971 aconteceu para ficar na história. Chovia, mas 30 mil pessoas compareceram ao Alto da Glória. Tim, técnico do Coritiba, contava com uma bela equipe, o melhor extraído de um fabuloso elenco, Entre outros, Célio, Nilo, Hidalgo, Passarinho, Leocádio, Rinaldo, Marinho, Paulo Vecchio, Kruger, Nico, Berto, Dirceu e mais os ex-atleticanos - frutos da angustiada cobiça &#8220;coxa-branca&#8221; - Zé Roberto, Renatinho, Pardal e Iran, compunham o rol de atletas. Paulista já havia sumido, o mesmo acontecendo logo depois com Renatinho, Pardal e Iran. Exceção a Zé Roberto, cujo talento o manteve incólume ao desdém da torcida rubro-negra, respeitosa de seu grande futebol. Somente a frivolidade de seu caráter o haveria de derrubar. Mesmo assim, enfraquecido e encanecido anos depois, o Atlético lhe estenderia as mãos, com a esperança de proporcionar à torcida paranaense um percentual mínimo do que já houvera, em áureos tempos. Era tarde, porém. Não deu certo, Zé Roberto estava mal, física e moralmente. O velho &#8220;Zé&#8221; fora autor e personagem de sua própria decadência.</p>
<p>Assim, um onze composto desse elenco, entre outros atletas ainda, entrou em campo naquele 14 de março.  De certo para massacrar os rubro­negros. Aparentemente, era o que parecia porque Lucas aos 20&#8242; fizera o primeiro gol do Coritiba. Quatro minutos depois Sicupira foi derrubado dentro da área.  Não se sabe porque cargas d&#8217;água, batedor oficial de pênaltis, deixou que Nilson Borges o fizesse. Estava em boas mãos, sem dúvida, ou bons pés, mas pênalti é pênalti e se valesse o pensamento de Neném Prancha - o filósofo popular do futebol, que dizem ser histórias inventadas por João Saldanha e por ele mesmo postas na boca do simplório Neném - de tão importante que era o pênalti devia ser cobrado pelo presidente do clube! Só que presidente não bate pênalti e o mínimo então que se poderia esperar é que fosse cobrado por quem de direito, no caso o batedor oficial.  E o batedor  oficial era Sicupira. Não quis bater. Nilson foi lá, arrumou a bola na marca da cal e pimba! - na trave. Deve ter fechado o olho na hora agá. Foi no travessão, para ser exato, embora o lugar em que ela tenha batido não altere positivamente a conseqüência.</p>
<p>Recuperados do choque, jogadores e torcida, logo a seguir, aos 27&#8242;, o mesmo Nilson passa por Hermes e empata o jogo, vendo-se coroado pelo insucesso do pênalti. O juiz, porém, anula o gol. Discutível a decisão do árbitro. Confusão em campo. Mas a sentença foi mantida. Os atleticanos acham até hoje que o juiz errou. Os &#8220;coxas&#8221; continuam achando o contrário. O efêmero entusiasmo pelo empate de repente transformou-se em gana. A manifestação da torcida atingiu, talvez de maneira injusta, a santa mãe de Eraldo Palmerini. Exageros da turba multa! E no simples exagero teria ficado a questão se, aos 29&#8242;, dois após o tumulto pela anulação do gol do Atlético, Passarinho não fizesse o segundo do Coritiba. Aí os erros anteriores da arbitragem avultaram, passando os impropérios a ascender em força e valia até a quarta geração do árbitro! Um Deus nos acuda! Um pênalti perdido e um gol anulado! Na verdade, dois gols certos. E no placar, 2 x O para o Coritiba. Haja paciência!</p>
<p>A briosa torcida rubro-negra levantou-se. Fez-se ouvir o canto de guerra. No campo, os jogadores entenderam o grito da arquibancada. Feridos no íntimo pelos fatos circunstanciais, a auto-estima de cada atleta alvo da falta de sorte ou do apito de Palmerini, puseram a bola no chão. Comandados por Nilson e Sicupira, passaram a lembrar o antigo Furacão. Meia e ponta esquerda partiram do grande círculo central: toma aqui, dá lá, toma aqui, dá lá, envolvendo toda a defesa, até que Sicupira viu-se frente a frente com Célio e num leve toque colocou a bola no fundo das redes. GoooooolllI! Depois do foguetório, do talco colorido, dos rolos de papel higiênico fazendo em branco e preto as vezes das coloridas serpentinas, a torcida passou a aplaudir o juiz, a Eraldo Palmerini, por ter finalmente acertado, dando como válido aquele maravilhoso gol, merecedor até de uma placa no próprio Alto da Glória. Sua mãe foi esquecida e as atenções ficaram dirigidas para o futebol de gente grande que o Atlético passava a jogar.</p>
<p>Quase terminando o primeiro tempo, a zaga &#8220;coxa&#8221; rebateu uma bola que foi parar no pé direito de Nilson. Este, não muito à vontade, seu forte era o esquerdo, chutou assim mesmo. A bola rasteira foi na direção de Valtinho, que poderia tê-la interceptado. Não o fez. Abriu as pernas e a bola passou, enganando também a Nico, que não esperava aquela atitude. Resultado: fundo das redes, pois Célio também foi envolvido pela astúcia de Valtinho. 2 x 2, aos 45&#8242;. Sicupira e Nilson foram ovacionados pela torcida pasma diante de tão bela reação. Podia estar de quatro, diziam alguns ainda. Não fossem o pênalti e o juiz!</p>
<p>Veio o segundo tempo. Só deu Atlético, a começar pelo primeiro minuto quando Valtinho desempatou. Um grande espetáculo de futebol! Aos 34&#8242;, Nilson Borges fez o quarto gol, para delírio da massa rubro-negra. A arquibancada parecia gemer e flexionar-se ao compasso de Atléééééti­cooooo! Atléééééticooooo!</p>
<p>O jogo praticamente acabou aí, apesar de o Coritiba ter feito o terceiro por intermédio de Paulo Vecchio. Quase ninguém do Atlético notou esse terceiro gol, porque debaixo de chuva a festa era maior. Não se esperava nenhuma reação mais séria. O Coritiba, apesar do belo time, do belo técnico e do invejável elenco, encontrava-se submisso à superioridade da camisa rubro-negra. Aquela mesma que só se veste por amor!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 10.05pt 0pt 0cm; text-indent: 28.05pt; line-height: 11.75pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 10.05pt 0pt 0cm; text-indent: 28.05pt; line-height: 11.75pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"><span style="font-size: small;"><br />
 </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 10.05pt 0pt 0cm; text-indent: 28.05pt; line-height: 11.75pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"><span style="font-size: small;"> </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><br />
 </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/10/atletiba-sicupira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15073" title="atletiba-sicupira" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/10/atletiba-sicupira.jpg" alt="atletiba-sicupira" width="320" height="240" /></a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>É Gol de Placa!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 20:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[atlético]]></category>

		<category><![CDATA[gol]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

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Jogo difícil na Vila Belmiro. Era só pressão santista quando o atacante Paulo Rink rouba uma bola ainda no campo de defesa atleticano e arranca, despretensiosamente, em direção ao campo adversário. Ganha do primeiro na corrida. Dribla o segundo, já se encontrava na intermediária. Passa pelo zagueiro santista, adiantando a bola que fica entre ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/10/historia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-13729" title="historia" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/10/historia.jpg" alt="historia" width="320" height="240" /></a></p>
<p>Jogo difícil na Vila Belmiro. Era só pressão santista quando o atacante Paulo Rink rouba uma bola ainda no campo de defesa atleticano e arranca, despretensiosamente, em direção ao campo adversário. Ganha do primeiro na corrida. Dribla o segundo, já se encontrava na intermediária. Passa pelo zagueiro santista, adiantando a bola que fica entre ele e o goleiro. Este sai desabalado da meta, mas não dá tempo: o jogador atleticano que, posteriormente, chegaria até a defender o selecionado alemão, dá um toque sutil remetendo a bola à rede adversária.</p>
<p>Campeonato Paranaense. Parecia desabar um dilúvio sobre Paranaguá, e o Atlético lá, lutando contra o Leão da Estradinha naquela inóspita condição. A diferença técnica entre as equipes era grande, mas o escasso gramado transformado em lama deixava as coisas em pé de igualdade. A partida se decidiria, então, na base da raça. E aí brilhou o uruguaio Matosas. Fazendo jus a raça latina, pegou a bola no meio de campo, driblou o primeiro jogador, porém a bola parou na lama. Dividiu com o segundo, ganhou a disputa, mas acabou caindo. Rolou no gramado, não desanimou: levantou rápido dominando novamente a bola em uma fração de segundo. Vinha um zagueiro pelo lado e o goleiro em disparada à sua frente. Deu um toque de mestre por cobertura, o gol considerado o mais bonito de toda década de 90. Misto de técnica e pura raça.</p>
<p>Mais tarde, em outro campeonato paranaense, o injustiçado artilheiro Kleber Pereira pega a bola no meio do campo e calmamente começa a driblar os jogadores do antigo Malutron. Kleber tem o espírito lúdico de Garrincha, driblava brincando sem se importar para onde rumava. Sorria como menino que, ao jogar uma pelada, se alegra mais com o drible do que com o gol. Veio o tão decantado Tcheco, foi driblado também. Para Kleber, assim como foi para Garrincha, era um João qualquer. Quando o atacante se deu conta, estava próximo ao gol. Driblou o goleiro e, triste por ter que acabar com a brincadeira, chutou a bola vagarosamente ao gol adversário. Saudades daquele que, por ser simples, sofreu todos os tipos de críticas injustas. Pois, saibam seus acusadores: se fizesse o que aqui fez em algum clube carioca, Kleber seria mais decantado do que Romário.</p>
<p>Alberto, na sua primeira passagem pelo Atlético, foi considerado um dos mais ofensivos laterais de todo o futebol brasileiro. Ajudou a fazer o nome de Oséas e Paulo Rink com seus cruzamentos precisos. Mas sua pérola foi deixada na sua segunda passagem pelo Clube. O jogo era contra o homônimo mineiro. Com fúria, Alberto partiu pela lateral ganhando do meia e do lateral adversário. Próximo da área rival, pretensioso, foi para cima dos zagueiros, ganhou na velocidade para arrematar a bola com precisão no canto inferior da meta adversária, bem longe do alcance do goleiro Veloso.</p>
<p>A alegria de ver um gol bonito muitas vezes supera o gosto da vitória ou até mesmo de um título. Assim, em singela homenagem àqueles que nos brindaram com estas preciosidades, é dedicada esta crônica.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Torneio início: a primeira competição</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/o-torneio-inicio-a-primeira-competicao/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 22:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1924]]></category>

		<category><![CDATA[cap]]></category>

		<category><![CDATA[Torneio Inicio]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Torneio Início seria a festa a marcar a abertura do campeonato de 1924 e a pri-meira participação do Atlético como agremiação recém-fundada. Um tradicional aconte-cimento esportivo.
As camisas rubro-negras chamavam a atenção de todos. Um jornalista da Gazeta do Povo escreveu que a jaquetas eram&#8230; batutas.
Dia 20 de abril de 1924. Competição curta, num dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="aligncenter size-full wp-image-13389" title="cap-1924" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/10/cap-1924.jpg" alt="cap-1924" width="320" height="240" /></p>
<p>O Torneio Início seria a festa a marcar a abertura do campeonato de 1924 e a pri-meira participação do Atlético como agremiação recém-fundada. Um tradicional aconte-cimento esportivo.</p>
<p>As camisas rubro-negras chamavam a atenção de todos. Um jornalista da Gazeta do Povo escreveu que a jaquetas eram&#8230; batutas.</p>
<p>Dia 20 de abril de 1924. Competição curta, num dia só. Jogos entre si, de caráter eliminatório. Um clube novo, tudo enfim concorreu para o sucesso da festividade.</p>
<p> O Atlético entrou com fé e gols de Ary e Motta derrotaram o Coritiba. Em seguida o Palestra Itália, que também foi derrotado. O rubro-negro, classificado para a final, enfrentaria o Universal, que por sua vez havia vencido ao Britânia. Como quinze dias antes havia imposto ao Universal um escore de 4&#215;2., tudo fazia crer que o primeiro torneio representaria também o primeiro título. E até que as ações começaram bem na Baixada do Bairro da Água Verde para o dono também do campo. Não fossem as belíssimas intervenções de Tércio, goal-keeper do Universal, o resultado teria sido positivamente outro. Mas houve as tais belíssimas intervenções e o Universal sagrou-se campeão.</p>
<p>Coisas do futebol!&#8230;</p>
<p><strong>Livro: <br />
</strong>Clube Atlético Paranaense<br />
&#8220;Uma Paixão eterna”<br />
<strong>Autores: <br />
</strong> Heriberto Ivan Machado<br />
 Valério Hoerner Júnior</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>International e América: coisas do passado.</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/international-e-america-coisas-do-passado/</link>
		<comments>http://www.cap4ever.com.br/international-e-america-coisas-do-passado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1924]]></category>

		<category><![CDATA[Athlético Paranaense]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A cidade reagiu com extremo entusiasmo. Nas ruas, era do que se falava. O Café do Commercio, mais do que nunca, aglutinava curiosos, participantes. Iniciava-se em Curitiba a verdadeira cartolagem.
        FOTO: Rua XV - década de 20.
Em matéria de futebol, nada havia mexido tanto com a população do que essa corajosa iniciativa. De mais a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p> <img class="aligncenter size-full wp-image-11767" title="avata" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/avata.jpg" alt="avata" width="300" height="294" /></p>
<p>A cidade reagiu com extremo entusiasmo. Nas ruas, era do que se falava. O Café do Commercio, mais do que nunca, aglutinava curiosos, participantes. Iniciava-se em Curitiba a verdadeira cartolagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-11772" title="rua-xv" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/rua-xv-720x640.jpg" alt="rua-xv" width="720" height="640" />        FOTO: Rua XV - década de 20.</p>
<p>Em matéria de futebol, nada havia mexido tanto com a população do que essa corajosa iniciativa. De mais a mais, ficava tudo meio em casa: o América originara-se do International e o que se juntavam eram grupos homogêneos, parcelas de uma mes-ma elite. Dentro do Atlético não se discutiriam raças, credos e ideais. Não eram imigrantes que se fechavam como em atitude de autodefesa, regime semiaberto para a integração. Era estirpe, boa linhagem d&#8217;além mar, berço parnanguara, o portal para assentamento,domínio e domesticação dos ares. Era a elite satisfeita, usufrutuária a rigor do trabalho e das glórias dos antepassados. Uma tradição viva e pujante.</p>
<p>No dia 6 de abril de 1924 o Atlético entrou em campo para o seu primeiro jogo: seria contra o Universal, aquele mesmo que um ano antes havia preenchido a vaga do América desistente em razão de um bendito pênalti: 4 x 2 foi o resultado em favor dos rubro-negros, que por sinal não envergaram a nova jaqueta por não ter ficado pronta, utilizando assim a do extinto International, a título de emergência. Marreco, Ary duas vezes e Malello foram os marcadores e a primeira formação oficial da nova agremiação foi a seguinte: Tapyr no gol; Marrecão e Ferrario na becaria; a alfaria era formada por Franico, Lourival e Malello e a linha atacante, que ia de cinco no antigo WM, era com-posta por Smythe, Ary, Marreco, Maneco e Motta.</p>
<p>O árbitro foi José Falcine, então integrado ao Savóia, que mais tarde e por mais de uma década viria a jogar no Atlético. As camisas só ficariam prontas quinze dias depois, justamente para o torneio início que estava sendo anunciado a quatro ventos.</p>
<p>Para o amistoso do dia 6, portanto, não fora possível à diretoria atleticana mostrar à torcida o uniforme tão vivo e com tanto carinho prometido. Mas o do International socorrera diante do impasse, o que na verdade fora bastante justo dada sua prevalência na fusão.</p>
<p>A fusão entre International e América, na verdade, não se deu com todas as facilidades. Em princípio, até pode parecer que sim pois não deixavam de ser &#8220;farinha de um mesmo saco&#8221;. A realidade, porém, era outra e, no início, apontava para um lado não tão simples.</p>
<p>Sabe-se que o América surgiu do próprio International, sendo por algum tempo o seu segundo time. Mas cresceu, começou a dar mostras personais. A camisa era outra e o fator origens, o fator berço, por um rápido momento passou a deixar de contar. O América virou rival. Essa rivalidade, porém, era uma rivalidade falsa, enganosa, pois tudo continuava meio em casa, inclusive as amizades presentes nas duas bandeiras. Não podia ser comparada à rivalidade existente com a &#8220;alemoada&#8221; do Coritiba, que nem &#8220;coxas&#8221; eram ainda. As rotulagens só viriam com o decorrer do tempo, quando se es-tabeleceriam usos e costumes, e, em consequência, tradições.</p>
<p>O América era rival do International simplesmente porque era outra equipe, embora nem chegasse a ser outro clube. Encontrava-se, ainda, praticamente na casca. Mas possuía personalidade e isso lhe dava força. Ora, unir força com outra força, no âmbito da amizade, seria talvez uma terceira força, imbatível, quem sabe. Era o que pensavam os intelectuais de ambos os lados, reunidos em torno das mesas de café. Não foi um nem dois encontros. Há al-gum tempo andavam trocando ideias.</p>
<p>Entretanto, não havia unanimidade. Alguns componentes, principalmente do América, eram frontalmente contrários à fusão. Talvez porque imaginassem ser absorvidos pelo International, inegavelmente mais poderoso. Mas, não! Seria um outro clube, com as duas cores, outra camisa, outra bandeira! Mais forte, apenas.</p>
<p>Entre os que temiam, encontrava-se a família Gonçalves, a dos &#8220;Marrecos&#8221;, que tantas alegrias viriam a dar, no decorrer do tempo, ao Atlético, gratíssima união de for-ças, ideias e doutrina. Enquanto nada ficava assentado, os frontalmente contrários afastaram-se, ainda que se configurasse um afastamento na base de convicções suspei-tas e passageiras. Mas, afastaram-se. E ao fim de algumas semanas, entendendo-se as cúpulas de International e América, surgiu este glorioso setentão e atualíssimo Clube Atlético Paranaense.</p>
<p>International, cores preta e branca; América, vermelha e branca. O novo clube, produto da fusão, só poderia adotar a ambas as principais, a preta e a vermelha, com a branca, neutra, permanecendo de maneira a permitir compor os uniformes de jogo. Surgia, assim, a flama rubro-negra, a camisa que passou a ser vestida somente por amor e com a qual não se temeria a própria morte&#8230;  </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11768" title="cap-1924-320x240" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cap-1924-320x240.jpg" alt="cap-1924-320x240" width="320" height="240" /></p>
<p>Já no primeiro jogo, começaram a reaproximar-se aqueles frontalmente contrários, aqueles que ainda não tinham percebido a essência da junção daquelas cores clássicas que pareciam empurrar a equipe em campo.</p>
<p>Nascia ali uma força estranha, vigorosa, êmulo de sentimentos alucinantes, digna de paixões inexplicáveis.</p>
<p><strong>Retirado do</strong> Livro: CLube Atlético Paranaense<br />
“ Uma Paixão eterna”<br />
<strong> Autores:<br />
</strong> Heriberto Ivan Machado<br />
 Valério Hoerner Júnior<br class="spacer_" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Club Athlético Paranaense</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 21:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1924]]></category>

		<category><![CDATA[Ata]]></category>

		<category><![CDATA[Athletico Paranaenxe]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano se passou. Diante de diversos obstáculos nesse ínterim, finalmente, os dirigentes do América entenderam-se com os dirigentes do Internacional, e uniram-se as forças.
No dia 26 de março de 1924, foi fundado, então, o Club Athlético Paranaense, com uma diretoria de ambas as bandeiras, mas sob um mesmo teto e, como presidente,  Arcésio Guimarães, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Um ano se passou. Diante de diversos obstáculos nesse ínterim, finalmente, os dirigentes do América entenderam-se com os dirigentes do Internacional, e uniram-se as forças.</p>
<p>No dia 26 de março de 1924, foi fundado, então, o Club Athlético Paranaense, com uma diretoria de ambas as bandeiras, mas sob um mesmo teto e, como presidente,  Arcésio Guimarães, do Internacional</p>
<p><strong>ATAS DAS ASSEMBLÉAS GERAIS PARA A ELEIÇÃO E POSSE DA DIREC-TORIA E OUTROS ASSUNTOS DE INTERESSES SOCIAIS, REALIZADAS EM 21 e 26 de MARÇO DE 1924.  <br />
</strong> <br />
E no dia 21 de março de 1924 foi elaborado o primeiro documento alusivo e elei-ta a diretoria que seria empossada logo no dia 26: <br />
 </p>
<p><em>&#8220;ACTA&#8221; de Assemblea Geral para eleição de Directoria e tratar-se de interesses sociaes, realiza-da em 21 de Março de 1924.<br />
 <br />
Foi lida e approvada a acta da Assemblea Geral de 7 de Março do anno passado. O Snr. Presidente informa aos socios presentes que a Assemblea foi convocado para a eleição de nova Directoria e para se tratar de um acordo com o America Foot-Ball Club.<br />
 <br />
O Snr. Presidente diz que as Directorias do America e do International resolveram unir estas du-as Sociedades sob a denominação de &#8220;Club Athletico Paranaense&#8221; ficando as cores, preta e vermelha, em linhas horizontaes e calção branco, como uniforme dos jogadores, devendo o Internacional officiar a Associação Sportiva Paranaense, para os effeitos das alterações referidas e o America também officiar a &#8220;ASP&#8221;, pedindo seu deslígamento. Os socios de ambos os clubs constituirão os membros effetivos da nova Sociedade que guardara ambas as garantias, direitos e deveres dos sócios das duas sociedades, seus archivos, throfeus e demais pertences.</em></p>
<p><em>O Snr. Presidente põe em discussão a viabilidade de acordo acima, não havendo discussão, e em seguida foi approvada por maioria absoluta, votando contra os Snrs. Moysés Camargo e Leocádio Correia Júnior.</em></p>
<p><em>O Snr. Alcidio de Abreu, pede a palavra e propõe que seja aclamado socio benemerito, em atten-ção aos serviços prestados ao IFC, o Snr, Candido Maeder, nosso digno Thesoureiro, sendo unanime-mente approvado.</em></p>
<p><em>O Snr. Presidente declara que se vae proceder a eleição de nova directoria que regira os destinos do CAP, durante o anno sportivo de 1924, ficando a mesma assim constituida: para presidente Arcésio Guimarães, para vice-presidente Joaquim N. Azevedo, para 1º secretario Hugo Franco, para 2º secretario Arnaldo Loureiro de Siqueira, para 1º thesoureiro Matheus Boscardin, para 2º dito Erasmo Maeder, para director sportivo Oscar Spinola.</em></p>
<p><em>Comissão de Contas: Raul Carvalho, Heitor Requião, Alcidio Abreu e José Euripedes Gonçalves.</em></p>
<p><em> Obtiveram votos para presidente Moysés Camargo 1 voto, para vice-presidente Heitor Requião e Moysés Camargo ambos com 1 voto, para 1º secretario Moysés Camargo 1 voto.</em></p>
<p><em>Não havendo mais nada a tratar o Snr. Presidente convoca Assemblea Geral para posse da no-va directoria e interesses sociaes a realizar em 26 de março do corrente anno e encerra a sessão.<br />
 <br />
</em><em><strong>Arcésio Guimarães - Presidente<br />
 <br />
Hugo Franco - Secretario <br />
</strong>  <br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br />
Foi lída e aprovada a ACTA da sessão anterior realizada em 21 do corrente.</em></p>
<p><em>O Sr. Presidente pede ao Sr. Secretario para ler o expediente que constou dos seguintes oficios: da associação Sportiva Paranaense agradecendo a comunicação da eleição da directoria do CAP. Resumo da Acta da Reunião da ASP, com diversos assuntos e oficios. Procuração do Sr. Oscar Spinola, eleito director esportivo. O Sr. Presidente fala informando que obrigaram a convocação da presente sessão à posse da directoria e apresentação final dos termos de União entre os ex-Clubs International e América. Foi empossada em seguida à Directoria Eleita em Assemblea anterior, sendo empossado o Sr. Director Esportivo, unico ausente, por procuração que passou ao Sr. Ary C. Lima. O Sr. Vice-Presidente propõe que seja lavrado um termo de União entre os ex-Clubs, constando o nome de todos os socios dos clubs INTERNATIONAL e AMERlCA o que foi aprovado.</em></p>
<p><em>O Sr. Secretário propõe que se escreva aos socios de Ambos os Ex-Clubs fazendo constar as alterações havidos e pedindo referirem-se sobre o assunto.</em></p>
<p><em>Fica resolvido que a Directoria tome o encargo de fazer as modificações que forem possíveis para a organização dos estatutos da nova sociedade, podendo substabelecer a outros sócios a mesma incumbência.</em></p>
<p><em>O Sr. Secretario pede que os Srs. Thesoureiros de ambos os Ex-Clubs  forneçam relações dos sócios efetivos dos mesmos para serem organizadas às do Club agora formado.</em></p>
<p><em> Nada mais havendo a tratar o Sr. Presidente agradeceu a presença dos Srs. Associados e encerrou a sessão. Eu, 19 Secretario lavrei a presente acta que assino.<br />
 <br />
<strong>Curitiba, 26 de março de 1924.<br />
(a) Arcésio Guimarães - Presidente <br />
Hugo Franco - Secretario<br />
</strong> <br />
Presente ainda número legal de socios quites o Sr. ARCÉSIO GUIMARÃES declara aberta a sessão. Foi pelo Sr. Secretario lida a Acta da sessão anterior que posta em discussão foi aprovada. Se-guiu-se a leitura do expediente constanto de diversos comunicados da ASP; oficio do Brítânia S. C. e do Grêmio das Crisálidas, ambos comunicando eleição de directoria. O sr. Presidente declara que a sessão fora convocado para discussão dos &#8220;Estatutos do novo Club&#8221; e o Sr. Secretário fará a leitura de cada artigo para serem discutidas as clausulas separadamente. O Sr. Secretario procede a leitura dos mesmos. Depois de discutidos foram aprovados os Estatutos organizados pela Directoria.. Nada mais havendo a tratar foi a sessão suspensa pelo Sr. Presidente. Eu, 1º Secretario lavro a presente acta que assino.</em></p>
<p><em><strong>Curitiba, 26 de março de 1924. <br />
Joaquim N. Azevedo - Vice-Presidente<br />
Hugo Franco - Secretario </strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9606" title="ata32" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/ata32-473x640.jpg" alt="ata32" width="473" height="640" /></p>
<p>Retirado do Livro:<br />
<strong>CLUBE</strong> <strong>ATLÉTICO PARANAENSE<br />
“ UMA PAIXÃO ETERNA”<br />
</strong> <br />
 Heriberto Ivan Machado<br />
 Valério Hoerner Júnior</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Convite Histórico - Athletico Paranaense - 1925</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/convite-historico-athletico-paranaense-1925/</link>
		<comments>http://www.cap4ever.com.br/convite-historico-athletico-paranaense-1925/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 03:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[1925]]></category>

		<category><![CDATA[história]]></category>

		<category><![CDATA[Marrecão]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo abaixo, colocamos na integra, um documento raro e único que foi cedido ao acervo CAP4ever pelos caros amigos: Emílio Sounis Jr. e Ciro Correa França.
Este documento foi elaborado pelo jogador Marrecão (José Gonçalves Júnior). 
Zagueiro - jogou no América e no Atlético (1919 a 1927).
Foi campeão em 1925. Era um zagueiro vigoroso, líder em campo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Logo abaixo, colocamos na integra, um documento raro e único que foi cedido ao acervo CAP4ever pelos caros amigos: Emílio Sounis Jr. e Ciro Correa França.</p>
<p>Este documento foi elaborado pelo jogador Marrecão (José Gonçalves Júnior). <br />
Zagueiro - jogou no América e no Atlético (1919 a 1927).</p>
<p align="justify">Foi campeão em 1925. Era um zagueiro vigoroso, líder em campo. Era o capitão da equipe, além de ser um personagem inserido na melhor sociedade de então. Foi um ídolo dos torcedores e depois de encerrar a carreira era ouvido pela experiência que adquirira. Tornou-se então diretor do Atlético em muitas gestões.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-8516" title="convite-19251" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/convite-19251-446x640.jpg" alt="convite-19251" width="446" height="640" /></p>
<p>
<img class="aligncenter size-large wp-image-8518" title="convite-1925-2" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/convite-1925-2-436x640.jpg" alt="convite-1925-2" width="436" height="640" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-8519" title="cap-1925-3" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cap-1925-3-420x640.jpg" alt="cap-1925-3" width="420" height="640" /></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-8521" title="cap-1925-4" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cap-1925-4-398x640.jpg" alt="cap-1925-4" width="398" height="640" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A Força de uma fusão: antecedentes motivadores</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/a-forca-de-uma-fusao-antecedentes-motivadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 16:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[América]]></category>

		<category><![CDATA[Britânia]]></category>

		<category><![CDATA[International]]></category>

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		<description><![CDATA[Havia uma zona em Curitiba conhecida por Quarteirão do Tigre, redondezas da Rua João Negrão, estendendo-se para oeste. Seria o que hoje é mais ou menos o Bairro Rebouças.
Ali, jovens moradores formaram e denominaram duas equipes: Leão e Tigre.
Em 1914, um jogo entre os dois foi vencido pelo Tigre pelo escore de 2 x 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Havia uma zona em Curitiba conhecida por Quarteirão do Tigre, redondezas da Rua João Negrão, estendendo-se para oeste. Seria o que hoje é mais ou menos o Bairro Rebouças.</p>
<p>Ali, jovens moradores formaram e denominaram duas equipes: Leão e Tigre.</p>
<p>Em 1914, um jogo entre os dois foi vencido pelo Tigre pelo escore de 2 x 1 e na churrascada que se seguiu, em ânimo de confraternização, decidiram os dirigentes de ambas as facções fundirem-se a fim de disputar, em condições de igualdade, os tornei-os da cidade. </p>
<p>Surgiu, assim, o Britânia Sport Club, nome dado em homenagem à Grã-Bretanha, berço do futebol.</p>
<p>O sucesso da nova agremiação foi indiscutível, embora em 1915, ano do primeiro campeonato organizado reunindo equipes de Curitiba e Paranaguá, tenha sido relegado à segunda divisão. No ano seguinte, todavia, já envergava um vice-campeonato.</p>
<p>Curioso é que, em 1917, surgia uma figura interessante mas complexa, que mais tarde viria a ser conhecida como tapetão: o Britânia, inconformado com derrota diante do Coritiba, alegando prejuízos face arbitragem facciosa, desiste de repente do campe-onato. </p>
<p>Por outro lado, o América se vê na contingência de fundir-se com o Paraná, resultando daí o América-Paraná, nítido arranjo em termos de sobrevivência. As ligas, então distintas em 1916, uniram-se, unificando também os critérios. Ficavam assim valorizadas as disputas diretas entre as equipes. </p>
<p>Em conseqüência, o forte América-Paraná foi o campeão do ano.<br />
Mas vieram os anos de 1918, 1919, 1920, 1921, 1922 e 1923: hegemonia incontes-tável do Britânia.</p>
<p>O hexacampeonato do Britânia fora um tormento! Uma pedra no sapato dos de-mais.</p>
<p>O International e o América foram campeões, respectivamente, em 1915 e 1917. O Coritiba em 1916. Depois disso só deu Britânia, socialmente uma equipe frágil. A-lém disso, não possuía nem tradição nem popularidade e sequer dispunha de apoio de uma colônia. Apesar de tudo, abocanhou seis títulos seguidos.</p>
<p>Numa época de implantação como aquela, o fato era fundamentalmente negativo. A hegemonia de um grupo pequeno e isolado fatalmente abalaria o estímulo, o entusi-asmo. O América, popularíssimo; o International idem, afora a cobertura que detinha dos tradicionais troncos provincianos; o Coritiba, toda uma colônia. O problema era sério. Não bastassem os brios altamente feridos! </p>
<p>Além de tudo, alguns problemas paralelos: o América não havia pago dívida con-traída perante a liga regional, resultando no fato de o campeão da segunda divisão, o Universal, solicitar inscrição na vaga naturalmente aberta pela punição de cancelamen-to incidente sobre o América. O jogador americano Ernesto de Moura Brito mais do que depressa paga a dívida junto à liga, o que a obriga a uma salomônica decisão: de-terminar jogo extra entre América e Universal, como critério para ocupar a tal vaga para o campeonato de 1923.</p>
<p>O jogo transcorria normalmente e, quando estava 3 x 3, foi marcado um pênalti contra o América. Uníssono ao primeiro grito de Marrecão, capitão da equipe e expul-so imediatamente, o América retira-se do gramado e perde a vaga por desistência.         </p>
<p> Três dias depois, como saída encontrada e já dando largas a comentários e desejos recônditos, próceres do América e do International reuniram-se para tratar da fusão entre as duas agremiações. Mas discordaram quanto às cores da camisa. E nisso, pas-sou-se um ano.</p>
<p><strong>Retirado do Livro: <br />
</strong>CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE<br />
&#8220;A paixão de um povo&#8221;<br />
<strong>Autores:</strong> Valério Hoerner Júnior e Heriberto Ivan Machado</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Respeito das Cores e das Camisas Atleticanas</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/a-respeito-das-cores-e-das-camisas-atleticanas/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 18:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Atlético - Camisas - Cores]]></category>

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		<description><![CDATA[A Respeito das Cores e das Camisas Atleticanas
I
O Atlético foi fundando em 1924, em virtude da fusão entre Internacional e América. O amalgamento das duas agremiações esportivas já era especulado alguns anos antes, desde 22, porém, a principal divergência entre ambos, a que inviabilizou a fusão antecipada, foi a respeito das cores que iriam estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>A Respeito das Cores e das Camisas Atleticanas</strong></p>
<p>I<br />
O Atlético foi fundando em 1924, em virtude da fusão entre Internacional e América. O amalgamento das duas agremiações esportivas já era especulado alguns anos antes, desde 22, porém, a principal divergência entre ambos, a que inviabilizou a fusão antecipada, foi a respeito das cores que iriam estar estampadas na camisa do futuro clube. Aparentemente, uma questão de grandeza menor. Entretanto, tal pendenga iria, sem dúvida, afetar as características da nova agremiação, inclusive dos seus próprios torcedores.</p>
<p>Nas primeiras iniciativas para que houvesse a fusão, os dirigentes dos dois clubes não queriam abrir mão das cores das suas respectivas camisas: o Internacional com o preto e branco, e o América com o vermelho e branco. Alguns participantes, mais pragmáticos, sugeriram então que fosse adotado o tricolor. Outros acreditavam que deveria ser somente o branco, pois era a cor comum entre os dois clubes. Tais idéias não foram aceitas. Melhor assim, através desta intensa polêmica chegou-se a perfeição na escolha: o encarnado (vermelho segundo o vocabulário da época) – por parte do América - e o preto – representando o Internacional.</p>
<p>Dizem alguns que foi uma mera e ocasional cópia das cores do Flamengo, o clube mais popular na capital federal daquela época, a cidade do Rio de Janeiro. Ora, como pode tal afirmativa ser verdadeira se a discussão sobre as cores se estendeu por anos? Infelizmente ficou este falso estigma. Entrentato, não se pode negar que, em algumas situações, o espelhamento no clube rubro-negro carioca realmente ocorreu. Como no emblema com letras estilizadas, usado nas camisas e até na entrada da antiga Baixada na década de 1980.</p>
<p>II<br />
Desde sua origem, o Atlético usou predominantemente camisas com listas horizontais. Nada inovador, pois encontrava semelhança nos trajes do próprio Flamengo, Vitória, Sport Recife, entre outras equipes menores. Algumas variações foram tentadas, mas, sempre pautadas em algum uniforme de clubes brasileiros. A modo de exemplo: na década de 70 com a camisa vermelha com uma única listra transversal em preto, semelhante a do Vasco; ou no começo dos anos 80 com uma única divisão horizontal entre o vermelho e o preto. Também no decorrer da história do Atlético o branco esteve presente, principalmente nos uniformes secundários. Mais detalhes sobre as camisas atleticanas, inclusive com ilustrações, podem ser encontrados na obra Atlético: a paixão de um povo, escrito pelos professores Heriberto Ivan Machado e Valério Hoerner Júnior. </p>
<p>Mas a grande mudança ocorreu no final da década de 80, quando foi lançado um novo modelo com listras verticais, inédito, pelo menos no Brasil - já que algumas agremiações européias, como o Milan, usavam uniformes semelhantes.</p>
<p>Apoiado em estratégias de marketing de ponta, na última década, foram – e ainda são – lançadas camisas de cores variadas e extravagantes. São exemplos a prateada, a cinza, a inteira preta, a dourada, a inteira branca, a vermelha e branca (homenageando a equipe de Dallas) e a atual branca, bordô e cinza. Iniciativa válida no sentido de oferecer novidades a um público ávido por modismos, contanto que estes uniformes sejam sempre secundários diante da simples, porém perfeita, combinação rubro-negra.</p>
<p>Pois é somente a partir da junção vibrante destas cores que foi fomentada a idéia de que “a camisa rubro-negra só se veste por amor”.    </p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O futebol em Curitiba</title>
		<link>http://www.cap4ever.com.br/o-futebol-em-curitiba/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 03:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>

		<category><![CDATA[futebol]]></category>

		<category><![CDATA[Victor Ferreira do Amaral]]></category>

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		<description><![CDATA[O pioneiro:
Dr. Victor Ferreira do Amaral



                    Foto: Dr. Victor Ferreira do Amaral
Nos nossos incansáveis trabalhos de pesquisa sobre o futebol no Paraná, encontramos uma passagem protagonizada pelo Dr. Victor Ferreira do Amaral, ilustre médico paranaense, fundador da primeira universidade brasileira, em 1912, a do Paraná, uma curiosa e incontestável história, geralmente ignorada pela literatura disponível.
Encontrava-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>O pioneiro:</strong></p>
<p><strong>Dr. Victor Ferreira do Amaral</strong></p>
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<div class="mceTemp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2477" title="vfa2" src="http://www.cap4ever.com.br/wp-content/uploads/2009/08/vfa2.jpg" alt="vfa2" width="420" height="300" /></div>
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<p>                    Foto: Dr. Victor Ferreira do Amaral</p>
<p>Nos nossos incansáveis trabalhos de pesquisa sobre o futebol no Paraná, encontramos uma passagem protagonizada pelo Dr. Victor Ferreira do Amaral, ilustre médico paranaense, fundador da primeira universidade brasileira, em 1912, a do Paraná, uma curiosa e incontestável história, geralmente ignorada pela literatura disponível.</p>
<p>Encontrava-se ele, Dr Victor do Amaral, em maio de 1903, no Rio de Janeiro. Caminhando pela rua do Ouvidor, a mais tradicional da época, de onde surgiam os modismos e as novidades daquela <em>belle époque </em>brasileira, deu com uma vitrine que expunha uma bola de <em>foot-ball</em>.</p>
<p>À primeira vista, teve sua atenção aguçada, pois aquele objeto remontava alguma notícia lida a respeito de um novo e popular esporte inglês. Como quem não queria nada, entrou na loja e perguntou acerca do objeto exposto. Soube tratar-se de uma bola para ser utilizada num jogo, cujas regras estavam num livretinho que a acompanhava. Como Victor do Amaral era o diretor da <em>Instrucção Pública</em> do Paraná e, naturalmente preocupado com a dinamização das aulas de Educação Física, comprou a bola de foot-ball, que veio acompanhada do papel ilustrativo do objeto e mais um livro de instruções do jogo. Como era professor do <em>Gymnasio Paranaense</em>, estimulou a introdução do novo jogo, ou esporte, entre os alunos da instituição que foram, portanto, os primeiros a chutar uma bola de futebol em Curitiba.</p>
<p>Entre esses primeiros diletantes, destacam-se João Moreira Garcez, Antônio Gomes Júnior, Gilberto Beltrão, Antônio Franco, João de Oliveira Franco e Pedro Stenghel.</p>
<p>O novo esporte agradou à garotada. No Colégio Paranaense (Internato), o Padre Manequinho, entusiasta do futebol, adquiriu uma bola marca <em>Olimpic</em>, e disseminou a prática do novo esporte entre os internos do educandário.</p>
<p>Novos grupos de garotos aficionados foram se formando pela cidade.</p>
<p>Na praça Osório, os jovens fizeram o seu &#8220;timinho&#8221;. Buclin, Peterle, Sidney, Cerqueira, Macedo, Costard e Arouca, entre outros, resolveram fundar um clube de futebol. Colocaram até anúncio no jornal, convocando quem se interessasse para fazer parte do grupo&#8230;.. &#8220;Alguns jovens desejosos de constituírem uma sociedade esportiva, convidam a todos os interessados nessa iniciativa para uma reunião no próximo domingo&#8230;.de julho,na Confeitaria Hencke, às duas da tarde.&#8221; Deram o nome de Internacional para a equipe.</p>
<p>Mandaram confeccionar camisas, com listras vermelhas, largas, numa loja da rua Comendador Araújo. Num terreno em frente ao Hospício, na rua Marechal Floriano, os garotos treinavam sob as ordens de Buclin, que conhecia as regras do novo jogo.</p>
<p>No grande espaço existente na praça Carlos Gomes, o grupo comandado pelo mais tarde engenheiro Lineu Ferreira do Amaral – o dono da bola –, dava os primeiros passos no que haveria de se chamar e se consagrar futuramente como as tradicionais <em>peladas</em>, sustentáculo popular desse cativante esporte.</p>
<p>Na região da Glória, reduto da família Leão, outros grupos, em torno de 1907, também praticavam o jogo nos grandes espaços oferecidos por terrenos baldios. Nos fundos de uma daquelas residências, os leõezinhos, e agregados ou adeptos, improvisaram um campinho para jogar bola.</p>
<p>O dono da bola era Agostinho Ermelino de Leão Júnior. Os companheiros eram Agílio Leão, Ivo Leão (artilheiro do primeiro campeonato oficial, em 1915), Júlio Nascimento (jogou no Internacional, contra o Flamengo, do Rio de Janeiro, em 1914), Gilberto Ghoeur, e outros.</p>
<p>O grupo se autodenominava América Foot-ball.</p>
<p>O terreno ficava num declive, por isso um gol situava-se na parte alta, demarcado por duas pedras, e o outro na parte baixa, perto de um banhado (hoje, rua Carlos Eduardo de Leão, que sai da lateral do Colégio Estadual na direção da igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro).</p>
<p>Do outro lado da avenida João Gualberto (na curva acima do Colégio Estadual), lado esquerdo, esquina com a rua da Glória, ficava a residência da família Veiga, também unida à família Leão por laços de parentesco. Naquela época, a rua João Gualberto chamava-se Boulevard 2 de Julho. Os filhos de Bernardo Augusto da Veiga - Gabriel e Agostinho - reuniam seus amigos, como Antônio Joaquim Oliveira Portes (jogou no Internacional), Leopoldo Belzack, Antônio Alves de Araújo, Zacarias Alves de Souza, José Nauffal (mais tarde um bom dirigente esportivo), Carlos Moraes, Mário e Ildefonso Ericksen, e outros, para jogarem informalmente naquele campo improvisado. Configurava-se o início dos embates sem compromisso que viriam a ficar conhecidos por <em>peladas</em>. De ponta a ponta, no Brasil.</p>
<p>Pouco mais adiante da residência dos Veiga, ficava o terreno da Cervejaria Brasileira, propriedade dos Iwersen. Ali, um grupo de jovens descendentes de alemães praticava as <em>peladinhas</em>, sob as ordens do Frederico (<em>Fritz</em>) Essenfelder, que em julho de 1909 também trouxera da cidade de Rio Grande uma bola de futebol.</p>
<p>Esse grupo foi o responsável pelo surgimento do primeiro clube de futebol organizado em Curitiba - o Coritiba Foot-Ball Club.</p>
<p>Os garotos pertencentes aos grupos que jogavam na Praça Osório (Internacional ), Praça Carlos Gomes e nas imediações do Colégio Estadual do Paraná (América Foot-Ball) foram, mais tarde, fazer parte da equipe de jogadores do International FC.</p>
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<p><p>LIVRO: CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE<br />
&#8221; UMA PAIXÃO ETERNA&#8221;<br />
Heriberto Ivan Machado<br />
Valério Hoerner Júnior</p>
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